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	<title>Icaro Contabilidade</title>
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	<description>Soluções completas para o seu negócio</description>
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	<title>Icaro Contabilidade</title>
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	<item>
		<title>Exclusão do Simples Nacional: o que fazer em setembro de 2026</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/exclusao-simples-nacional-impugnacao-setembro-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Sep 2026 20:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exclusão]]></category>
		<category><![CDATA[gestão tributária]]></category>
		<category><![CDATA[impugnação]]></category>
		<category><![CDATA[reopção]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/09/capa-impugnacao-simples-1200x630-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Empresário e contadora analisam documento; a peça da Icaro pergunta sobre exclusão ou indeferimento no Simples Nacional e informa o prazo de opção até 30 de setembro." decoding="async" />Sua empresa aparece como excluída do Simples ou teve a opção para 2027 indeferida? Entenda quando cabem regularização, reopção e impugnação.</p>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/exclusao-simples-nacional-impugnacao-setembro-2026/">Exclusão do Simples Nacional: o que fazer em setembro de 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/09/capa-impugnacao-simples-1200x630-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Empresário e contadora analisam documento; a peça da Icaro pergunta sobre exclusão ou indeferimento no Simples Nacional e informa o prazo de opção até 30 de setembro." decoding="async" /><p><strong>Sua empresa aparece como excluída do Simples Nacional ou recebeu um Termo de Indeferimento ao tentar fazer a opção para 2027?</strong> Antes de agir, é preciso identificar exatamente qual documento foi emitido, por qual ente e em que data.</p>
<p>Em setembro de 2026, empresas já constituídas que estejam fora do regime — inclusive aquelas com exclusão de efeito futuro — podem solicitar a opção ou o reingresso no Simples Nacional para 2027. A janela vai de <strong>1º a 30 de setembro de 2026</strong>.</p>
<p>Quando surgem pendências ou um indeferimento, regularização, nova opção e impugnação são providências diferentes. A escolha correta depende do caso concreto.</p>
<h2>Termo de Exclusão e Termo de Indeferimento não são a mesma coisa</h2>
<p>O <strong>Termo de Exclusão</strong> comunica uma causa que pode retirar a empresa do Simples Nacional. Já o <strong>Termo de Indeferimento</strong> informa que um pedido de opção não foi aceito por determinado ente — Receita Federal, Estado, Distrito Federal ou Município.</p>
<p>Essa diferença muda o prazo, o procedimento e os documentos necessários. Também é essencial verificar a data da ciência ou da emissão indicada no próprio ato.</p>
<h2>O que acontece com o lote federal de exclusões de 2026?</h2>
<p>A Receita Federal disponibilizou os Termos de Exclusão do lote federal de 2026 entre 20 e 23 de março. Para esses casos, a exclusão produzirá efeitos em <strong>1º de janeiro de 2027</strong>; até 31 de dezembro de 2026, a empresa continua optante.</p>
<p>Setembro não reabre automaticamente o prazo de impugnação desse lote. Porém, a empresa com exclusão futura pode precisar avaliar a regularização das pendências e solicitar a opção para 2027 dentro da janela que termina em 30/09.</p>
<h2>A opção para 2027 foi indeferida: e agora?</h2>
<p>Se o pedido realizado em setembro for indeferido, o sistema gera um termo para cada ente que apontar irregularidade. O roteiro oficial prevê um período de <strong>30 dias corridos para regularizar as pendências</strong> da opção.</p>
<p>Quando o Termo de Indeferimento é emitido pela Receita Federal, a impugnação pode ser apresentada em <strong>20 dias úteis da emissão</strong>, com razões fundamentadas e documentos comprobatórios. Para termos estaduais ou municipais, devem ser observados o prazo, o canal e as instruções constantes do próprio documento.</p>
<p>Impugnar não é apenas declarar discordância. É necessário demonstrar, com base nos fatos e nos documentos, por que a pendência ou o indeferimento deve ser revisto.</p>
<h2>Quando pode caber impugnação?</h2>
<p>A viabilidade precisa ser examinada individualmente. Entre os pontos que devem ser conferidos estão:</p>
<ul>
<li>a identificação do termo e do ente emissor;</li>
<li>a data de ciência ou emissão e o prazo aplicável;</li>
<li>a pendência apontada e sua situação atual;</li>
<li>comprovantes de pagamento, parcelamento, baixa ou regularização;</li>
<li>dados cadastrais e fiscais que possam demonstrar erro;</li>
<li>documentos que sustentem as razões da defesa.</li>
</ul>
<p>Quando a irregularidade existe e pode ser saneada, a regularização costuma ser a medida principal. Quando há erro, divergência ou outro fundamento comprovável, a impugnação pode ser a via adequada, desde que ainda esteja dentro do prazo.</p>
<h2>Como a Icaro Contabilidade pode ajudar</h2>
<p>A Icaro oferece uma análise técnica e documental para definir o caminho adequado. O atendimento pode incluir:</p>
<ol>
<li>identificação do Termo de Exclusão ou do Termo de Indeferimento;</li>
<li>conferência do motivo, do ente emissor e do prazo;</li>
<li>levantamento das pendências fiscais e cadastrais;</li>
<li>orientação e acompanhamento da regularização;</li>
<li>solicitação de opção ou reopção para 2027, quando aplicável;</li>
<li>preparação e protocolo da impugnação, quando houver fundamento e prazo;</li>
<li>acompanhamento do processo e das comunicações oficiais.</li>
</ol>
<p>Cada situação exige avaliação individual. A contratação do serviço não garante o deferimento da opção nem o acolhimento da impugnação.</p>
<h2>Setembro é decisivo: não deixe para o último dia</h2>
<p>A janela de opção para 2027 termina em <strong>30 de setembro de 2026</strong>. Se sua empresa aparece como excluída ou se o pedido já foi indeferido, envie o termo e os documentos disponíveis para análise o quanto antes.</p>
<p><strong><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20recebi%20um%20termo%20do%20Simples%20Nacional%20e%20quero%20solicitar%20uma%20an%C3%A1lise." target="_blank" rel="noopener">Fale com a Icaro pelo WhatsApp</a></strong><br />WhatsApp: (11) 96808-3000</p>
<h2>Fontes oficiais</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/receita-federal-alerta-comeca-hoje-o-prazo-para-opcao-pelo-simples-nacional-e-para-a-escolha-do-modelo-de-recolhimento-do-ibs-e-da-cbs-em-2027/" target="_blank" rel="noopener">Receita Federal — prazo para opção pelo Simples Nacional em setembro de 2026</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/simplesnacional/noticias/NoticiaCompleta.aspx?id=b47f0c13-23f9-43a6-a84d-1ab91e29cc66" target="_blank" rel="noopener">Portal do Simples Nacional — Termos de Exclusão de 2026</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Arquivos/manual/Roteiro%20da%20op%C3%A7%C3%A3o%20pelo%20Simles%20Nacional%20para%20o%20ano%20de%202027.pdf" target="_blank" rel="noopener">Portal do Simples Nacional — roteiro da opção para 2027</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/pt-br/servicos/impugnar-exclusao-do-simples-nacional-pela-receita-federal" target="_blank" rel="noopener">Gov.br — impugnar exclusão do Simples Nacional pela Receita Federal</a></li>
</ul>
<p><em>Conteúdo informativo atualizado em 05/09/2026. As regras, os sistemas e os procedimentos podem variar conforme o ente emissor e o documento. A análise do caso concreto é indispensável.</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pró-labore e distribuição de resultados para profissionais PJ</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/pro-labore-distribuicao-resultados-profissional-pj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:11:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissionais PJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/pro-labore-distribuicao-resultados-profissional-pj/</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-distribuicao-lucros-50mil-reinf-1200x630-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" />Entenda o limite de R$ 50 mil, o IRRF de 10% e como informar a distribuição de lucros por beneficiário no R-4010 da EFD-Reinf.</p>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/pro-labore-distribuicao-resultados-profissional-pj/">Pró-labore e distribuição de resultados para profissionais PJ</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/capa-distribuicao-lucros-50mil-reinf-1200x630-1-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" /><p><strong>Conteúdo atualizado em 4 de setembro de 2026.</strong> A regra dos R$ 50 mil e a escrituração do IRRF na EFD-Reinf foram revalidadas após as orientações publicadas pela Receita Federal em agosto de 2026.</p>
<p>O dinheiro que entra na conta da empresa não passa automaticamente a pertencer ao sócio. Primeiro, ele é receita da pessoa jurídica. A retirada precisa ser identificada como pró-labore, distribuição de resultados, reembolso, devolução de empréstimo ou outra operação permitida e documentada.</p>
<p>Confundir essas categorias pode gerar contribuição previdenciária, Imposto de Renda, divergências no eSocial e na EFD-Reinf e dificuldade para comprovar a origem dos valores na declaração pessoal.</p>
<h2>O que é pró-labore?</h2>
<p>Pró-labore é a remuneração paga ao sócio pelo trabalho realizado na empresa. Ele não é salário de empregado e, em regra, não gera automaticamente férias, 13º salário ou FGTS.</p>
<p>Para fins previdenciários, o sócio que trabalha na empresa e recebe remuneração por esse trabalho é contribuinte individual. A Receita Federal entende que não se deve tratar como lucro todo o valor pago a um sócio que efetivamente presta serviços sem distinguir a parcela correspondente ao trabalho.</p>
<h2>Pró-labore é obrigatório?</h2>
<p>A legislação não estabelece um valor universal de pró-labore igual para todas as empresas. Contudo, quando o sócio trabalha e recebe valores da sociedade, a natureza desses pagamentos precisa ser corretamente discriminada.</p>
<p>Nas sociedades de prestação de serviços profissionais, soluções de consulta da Receita orientam que pelo menos parte do que é pago ao sócio trabalhador possui natureza de remuneração sujeita à contribuição previdenciária. Situações sem retirada, com retenção de lucros ou com deliberação societária específica exigem análise dos fatos e dos documentos.</p>
<p>Portanto, a orientação segura não é escolher um pró-labore simbólico nem afirmar genericamente que todo sócio deve retirar um salário mínimo. O valor deve considerar função, capacidade financeira, contrato social, remuneração de mercado e regras tributárias.</p>
<h2>Quais tributos incidem sobre o pró-labore?</h2>
<h3>INSS do sócio</h3>
<p>Em regra, a empresa desconta 11% da remuneração do contribuinte individual, respeitando o limite máximo do salário de contribuição.</p>
<p>Em 2026, o teto previdenciário é de R$ 8.475,55. Se o sócio também tiver emprego ou receber remuneração de outra empresa, deve informar as contribuições concomitantes para evitar desconto acima do teto ou recolhimento insuficiente.</p>
<h3>Contribuição da empresa</h3>
<p>Nos Anexos III e V do Simples Nacional, a contribuição previdenciária patronal normalmente está incluída no DAS. No Anexo IV, ela fica fora da guia.</p>
<p>Empresas do Lucro Presumido ou Real normalmente recolhem contribuição patronal de 20% sobre o pró-labore, sem prejuízo de outras regras aplicáveis.</p>
<h3>Imposto de Renda</h3>
<p>O pró-labore é rendimento tributável da pessoa física e pode sofrer IRRF conforme a tabela e as reduções vigentes em 2026, considerando a base de cálculo e os demais rendimentos tributáveis do beneficiário.</p>
<h2>Como pró-labore afeta o fator R?</h2>
<p>O pró-labore pago e corretamente informado entra na folha de salários utilizada no fator R.</p>
<p>Para atividades sujeitas ao fator R:</p>
<ul>
<li>resultado igual ou superior a 28% leva a receita ao Anexo III;</li>
<li>resultado inferior a 28% leva a receita ao Anexo V.</li>
</ul>
<p>Aumentar o pró-labore pode reduzir o DAS em alguns cenários, mas também aumenta INSS e possivelmente IRPF. A análise deve comparar o custo total, não apenas o percentual do Simples.</p>
<h2>O que é distribuição de resultados?</h2>
<p>É o pagamento ao sócio do lucro efetivamente produzido pela empresa depois da apuração das receitas, despesas, tributos e demais ajustes.</p>
<p>Faturamento não é lucro. Se a empresa faturou R$ 20 mil, isso não significa que possa distribuir R$ 20 mil: devem ser considerados DAS, despesas, pró-labore, obrigações e prejuízos anteriores.</p>
<h2>Por que a escrituração contábil é importante?</h2>
<p>Para o sócio de empresa do Simples Nacional, a parcela isenta sem escrituração contábil fica limitada ao resultado dos percentuais legais de presunção aplicados à receita, subtraída a parcela correspondente ao IRPJ incluído no Simples.</p>
<p>Essa limitação não se aplica quando a empresa mantém escrituração regular e evidencia lucro superior. Balanço, DRE, conciliações e documentos de suporte são necessários para demonstrar o resultado.</p>
<p>Adiantamentos mensais de lucro exigem balanços ou balancetes intermediários que comprovem resultado suficiente. Se a empresa terminar o período com lucro menor que o antecipado, será necessário avaliar a reclassificação e os tributos incidentes.</p>
<h2>O que mudou na tributação dos lucros em 2026?</h2>
<p>A Lei nº 15.270/2025 criou duas regras importantes a partir de janeiro de 2026.</p>
<h3>Retenção mensal acima de R$ 50 mil</h3>
<p>Quando uma mesma pessoa jurídica paga, credita, emprega ou entrega mais de R$ 50 mil em lucros e dividendos no mesmo mês à mesma pessoa física residente no Brasil, há IRRF de 10% sobre o valor total.</p>
<p>Exemplo: se a mesma empresa distribuir R$ 60 mil ao mesmo sócio no mês, a retenção é calculada sobre os R$ 60 mil, e não somente sobre os R$ 10 mil excedentes.</p>
<p>A regra também se aplica a empresas do Simples Nacional.</p>
<h3>Tributação mínima anual de altas rendas</h3>
<p>A lei também criou tributação mínima para a pessoa física cuja soma de rendimentos no ano ultrapasse R$ 600 mil. A aplicação é anual, possui alíquotas graduais, deduções e mecanismos de compensação e começa com os rendimentos do ano-calendário de 2026, declarados em 2027.</p>
<p>O IRRF mensal sobre dividendos funciona como antecipação na apuração anual, conforme as regras aplicáveis.</p>
<h2>E os lucros apurados até 2025?</h2>
<p>A lei previu tratamento transitório para determinados lucros apurados até 31 de dezembro de 2025, desde que a distribuição tenha sido aprovada pelo órgão competente até essa data, os valores sejam exigíveis conforme a legislação civil ou empresarial e o pagamento siga o cronograma originalmente aprovado, observado o prazo legal.</p>
<p>Uma simples intenção ou registro produzido posteriormente não substitui a deliberação válida. Cada caso precisa ser verificado com os documentos societários e contábeis.</p>
<h2>Toda distribuição precisa ser informada?</h2>
<p>Sim. A Receita Federal esclareceu em 2026 que todas as empresas, independentemente do regime — inclusive ME, EPP, Simples Nacional e MEI — devem informar a distribuição de lucros e dividendos, mesmo quando o rendimento for isento.</p>
<p>As informações são prestadas conforme os eventos da EFD-Reinf e integram a DCTFWeb quando houver tributo a declarar. O fechamento deve ser coerente com contabilidade, pagamentos bancários e declaração da pessoa física.</p>
<h2>A distribuição de lucros vai junto com a folha?</h2>
<p>Não. Pró-labore e salário são remunerações relacionadas ao trabalho e seguem para a folha/eSocial. Já a distribuição de lucros societários ao sócio pessoa física deve ser informada separadamente e por beneficiário no evento R-4010 da EFD-Reinf, usando a natureza 12001 — Lucro e dividendo.</p>
<p>Quando há IRRF, a escrituração segue a rotina mensal e a transmissão regular ocorre até o dia 15 do mês seguinte. Quando não há IRRF, a informação continua obrigatória, mas existe prazo especial até o dia 15 do segundo mês subsequente ao trimestre. O envio pode ser feito antes; por isso, é essencial controlar em qual período cada pagamento foi informado para evitar duplicidade.</p>
<p>Mesmo com o prazo especial, a empresa deve manter controle por sócio e por mês, inclusive para verificar se o total pago ou creditado pela mesma pessoa jurídica ao mesmo beneficiário ultrapassou R$ 50 mil.</p>
<div style="background: #0E6793; color: #ffffff; padding: 26px; margin: 30px 0; border-radius: 7px;">
<h2 style="color: #ffffff; margin-top: 0;">Vai distribuir lucros para os sócios?</h2>
<p>A Icaro Contabilidade confere o lucro efetivamente disponível, calcula o limite mensal por beneficiário, apura o eventual IRRF e prepara e transmite o evento R-4010 da EFD-Reinf.</p>
<p><a style="display: inline-block; background: #DEAB3B; color: #2f2f2f; font-weight: bold; text-decoration: none; padding: 13px 20px; border-radius: 4px;" href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20quero%20avaliar%20a%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20de%20lucros%20e%20a%20EFD-Reinf%20da%20minha%20empresa." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-cta-location="artigo-lucros-efd-reinf">Solicitar análise pelo WhatsApp</a></p>
<p style="margin-bottom: 0;"><strong>WhatsApp comercial: (11) 96808-3000</strong></p>
</div>
<h2>Como organizar as retiradas da empresa?</h2>
<ol>
<li>mantenha contas bancárias separadas para empresa e pessoa física;</li>
<li>defina e documente o pró-labore;</li>
<li>registre mensalmente receitas, despesas e tributos;</li>
<li>faça balanços intermediários antes de antecipar lucros;</li>
<li>identifique cada transferência bancária;</li>
<li>transmita eSocial, EFD-Reinf e DCTFWeb quando aplicáveis;</li>
<li>acompanhe o limite mensal de R$ 50 mil por empresa e beneficiário;</li>
<li>avalie a renda anual total do sócio para a tributação mínima.</li>
</ol>
<h2>Erros que aumentam o risco fiscal</h2>
<ul>
<li>pagar todas as despesas pessoais pela conta do CNPJ;</li>
<li>chamar todo saque de distribuição de lucros;</li>
<li>não registrar pró-labore de sócio que trabalha e recebe;</li>
<li>distribuir valor maior que o lucro comprovado;</li>
<li>ignorar prejuízos acumulados;</li>
<li>deixar de informar dividendos na EFD-Reinf;</li>
<li>fracionar pagamentos sem avaliar a regra mensal e a apuração anual;</li>
<li>confundir economia no DAS com economia total.</li>
</ul>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>Existe um pró-labore mínimo obrigatório?</h3>
<p>Não há um valor universal previsto para todas as empresas. Porém, quando o sócio trabalha e recebe, a remuneração deve ser discriminada de forma defensável, observando contribuição mínima previdenciária e as particularidades do caso.</p>
<h3>Pró-labore dá direito a férias e 13º?</h3>
<p>Não automaticamente, pois o sócio não é empregado apenas por receber pró-labore. A empresa pode organizar reservas financeiras, mas isso não transforma a retirada em salário.</p>
<h3>Posso distribuir lucro todos os meses?</h3>
<p>Pode haver antecipação, desde que balanços ou balancetes intermediários demonstrem lucro suficiente e os atos societários e registros estejam corretos.</p>
<h3>A retenção de 10% incide apenas sobre o que ultrapassar R$ 50 mil?</h3>
<p>Não. Ultrapassado o limite no mesmo mês, a retenção incide sobre o total pago pela mesma empresa à mesma pessoa física residente.</p>
<h3>A nova regra vale para empresa do Simples?</h3>
<p>Sim. A Receita Federal confirmou que a retenção também se aplica às distribuições feitas por optantes do Simples Nacional.</p>
<h3>Lucros entram na folha de pagamento?</h3>
<p>Não. A distribuição societária é informada na EFD-Reinf; pró-labore e salário seguem pelo eSocial.</p>
<h3>A informação é conjunta para todos os sócios?</h3>
<p>Não. No R-4010, ela é identificada por beneficiário pessoa física.</p>
<h3>Sem retenção, posso deixar de informar?</h3>
<p>Não. A obrigação permanece. O que muda é a possibilidade de usar o prazo especial até o dia 15 do segundo mês após o trimestre.</p>
<h3>A Icaro faz essa rotina?</h3>
<p>Sim. A Icaro confere o lucro disponível e a documentação, controla os valores por sócio e por mês, calcula o eventual IRRF, prepara e transmite o R-4010 da EFD-Reinf.</p>
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<p><small>Conteúdo informativo, atualizado em 4 de setembro de 2026. A tributação depende do regime, da atividade, da escrituração, dos demais rendimentos do sócio e dos documentos societários. Casos trabalhistas ou societários específicos também devem ser analisados por profissional jurídico.</small></p>
<h2>Fontes oficiais</h2>
<ul>
<li><a href="https://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=126687" rel="noopener">Instrução Normativa RFB nº 2.110/2022</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/direitos-e-deveres/inscricao-e-contribuicao/tabela-de-contribuicao-mensal" rel="noopener">INSS — tabela de contribuição de 2026</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/tabelas/2026" rel="noopener">Receita Federal — tributação do IRPF em 2026</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/preenchimento/manual-mir/rendimentos/rendimentos-do-trabalho" rel="noopener">Receita Federal — rendimentos de sócio e escrituração contábil</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15270.htm" rel="noopener">Lei nº 15.270/2025</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/perguntas-e-respostas/dirf/perguntas-e-respostas-sobre-tributacao-de-altas-rendas_consideracoes-sobre-lucros-e-dividendos2025.pdf/%40%40download/file" rel="noopener">Receita Federal — perguntas e respostas sobre lucros e dividendos</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/perguntas-frequentes/sped/efd-reinf/efdr/2-eventos-da-efd-reinf/2-13-1-quais-empresas-devem" rel="noopener">Receita Federal — informação de lucros e dividendos na EFD-Reinf</a></li>
</ul>
<aside class="icaro-pj-article-cta">
<h2>Organize pró-labore e resultados antes das retiradas</h2>
<p>A classificação depende do trabalho do sócio, do lucro apurado e da documentação contábil.</p>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20sobre%20pr%C3%B3-labore%20e%20distribui%C3%A7%C3%A3o%20de%20resultados%20e%20quero%20revisar%20minhas%20retiradas." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_pro_labore_resultados" data-cta-location="article_end" data-cta-target="whatsapp" data-need="revisar_enquadramento">Solicitar análise pelo WhatsApp</a></p>
<p><strong>(11) 96808-3000</strong></p>
</aside>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Fator R no Simples Nacional: regra dos 28% e o que muda em 2027</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/fator-r-anexo-iii-ou-v-profissional-pj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:11:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissionais PJ]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/fator-r-anexo-iii-ou-v-profissional-pj/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda como calcular o Fator R, o limite de 28%, o que entra na folha e as mudanças que entram em vigor em 2027.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fator R é um cálculo mensal que define se determinadas receitas de serviços do Simples Nacional serão tributadas pelo Anexo III ou pelo Anexo V.</p>
<p>Para muitos profissionais PJ, essa diferença é decisiva: em 2026, a primeira faixa do Anexo III começa em 6%, enquanto a primeira faixa do Anexo V começa em 15,5%. Entretanto, 28% não é uma alíquota nem uma promessa de economia. É o limite do indicador, e não basta fixar um pró-labore qualquer para alcançá-lo. É necessário calcular o custo total e manter informações coerentes com a atividade real.</p>
<p>As regras operacionais usadas em 2026 continuam válidas até dezembro. A partir de janeiro de 2027, a Resolução CGSN nº 190/2026 altera a janela de dados e o tratamento das empresas em início de atividade. As diferenças estão explicadas adiante.</p>
<h2>Como calcular o fator R em 2026?</h2>
<p>A fórmula é:</p>
<p><strong>Fator R = folha de salários dos 12 meses imediatamente anteriores ao período de apuração (FS12) ÷ receita bruta desses mesmos 12 meses (RBT12)</strong></p>
<ul>
<li>fator R igual ou superior a 28%: receita tributada pelo Anexo III;</li>
<li>fator R inferior a 28%: receita tributada pelo Anexo V.</li>
</ul>
<p>Essa é a janela aplicável aos períodos de apuração de 2026. O cálculo é refeito a cada mês e uma empresa pode mudar de anexo ao longo do ano. A partir de janeiro de 2027, o limite de 28% permanece, mas a janela temporal muda conforme a seção específica deste artigo.</p>
<h2>O que entra na folha do fator R?</h2>
<p>De acordo com a Resolução CGSN nº 140, a composição da FS12, dentro da janela temporal aplicável ao período, considera valores pagos, incluindo:</p>
<ul>
<li>salários de empregados e trabalhadores avulsos;</li>
<li>pró-labore e remunerações de contribuintes individuais;</li>
<li>13º salário na competência correspondente;</li>
<li>contribuição previdenciária patronal efetivamente recolhida;</li>
<li>FGTS efetivamente recolhido.</li>
</ul>
<p>Não entram na FS12, entre outros:</p>
<ul>
<li>distribuição de lucros;</li>
<li>aluguéis pagos ao sócio;</li>
<li>pagamentos a estagiários;</li>
<li>valores pagos a MEI.</li>
</ul>
<h2>Qual receita entra no cálculo?</h2>
<p>Nos períodos de apuração de 2026, a RBT12 reúne a receita bruta auferida nos mercados interno e externo nos 12 meses imediatamente anteriores. Em 2027, a composição da receita continua sendo por competência, mas o recorte temporal passa a ser o indicado na seção sobre a nova regra.</p>
<p>Mesmo quando a empresa escolhe o regime de caixa para pagar o Simples sobre os valores recebidos, o fator R utiliza a receita por competência, isto é, a receita auferida. Confundir os dois critérios pode alterar indevidamente o anexo.</p>
<h2>Quais atividades estão sujeitas ao fator R?</h2>
<p>A regra alcança diversas atividades intelectuais e profissionais listadas na legislação, como determinadas receitas de:</p>
<ul>
<li>medicina, odontologia, fisioterapia, psicologia e outras áreas de saúde;</li>
<li>engenharia, arquitetura e urbanismo;</li>
<li>consultoria, gestão, organização e administração;</li>
<li>desenvolvimento e licenciamento de software e outras atividades de tecnologia;</li>
<li>jornalismo, publicidade, design e serviços intelectuais sem enquadramento específico em outro anexo.</li>
</ul>
<p>A lista é técnica e não deve ser aplicada apenas pelo nome comercial do serviço ou pelo CNAE isolado. É necessário verificar a receita efetivamente obtida e o dispositivo aplicável.</p>
<aside class="icaro-pj-article-cta" aria-label="Chamada para cálculo do fator R">
<h2>Seu fator R está próximo de 28%?</h2>
<p>Mudanças no faturamento ou na folha podem alterar o anexo em períodos futuros; o momento do efeito depende da janela aplicável em 2026 ou 2027. Solicite uma projeção antes de definir o pró-labore.</p>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20sobre%20Fator%20R%20e%20as%20mudan%C3%A7as%20de%202027%20e%20quero%20calcular%20se%20minha%20empresa%20fica%20no%20Anexo%20III%20ou%20V." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-campaign="fator_r_set_2026" data-content="artigo_cta_meio" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_fator_r_2027_meio" data-cta-location="article_mid" data-cta-target="whatsapp" data-need="revisar_enquadramento">Calcular meu fator R pelo WhatsApp</a></p>
</aside>
<h2>Exemplo prático de fator R</h2>
<p>Considere um período de apuração de 2026 e uma empresa já em atividade com:</p>
<ul>
<li>receita bruta dos 12 meses anteriores: R$ 240 mil;</li>
<li>folha e encargos considerados no fator R: R$ 72 mil.</li>
</ul>
<p>O cálculo será:</p>
<p><strong>R$ 72.000 ÷ R$ 240.000 = 30%</strong></p>
<p>Como o resultado é igual ou superior a 28%, essa receita, se estiver entre as atividades sujeitas ao fator R, será tributada pelo Anexo III.</p>
<p>Se a FS12 fosse de R$ 60 mil, o fator seria 25% e a receita iria para o Anexo V.</p>
<h2>Qual seria a diferença no DAS?</h2>
<p>Usando a mesma RBT12 de R$ 240 mil e uma receita mensal de R$ 20 mil:</p>
<h3>Se estiver no Anexo III</h3>
<p>A segunda faixa possui alíquota nominal de 11,2% e parcela a deduzir de R$ 9.360. A alíquota efetiva aproximada seria:</p>
<p><strong>[(R$ 240.000 × 11,2%) − R$ 9.360] ÷ R$ 240.000 = 7,3%</strong></p>
<p>O DAS aproximado sobre R$ 20 mil seria R$ 1.460.</p>
<h3>Se estiver no Anexo V</h3>
<p>A segunda faixa possui alíquota nominal de 18% e parcela a deduzir de R$ 4.500. A alíquota efetiva aproximada seria:</p>
<p><strong>[(R$ 240.000 × 18%) − R$ 4.500] ÷ R$ 240.000 = 16,125%</strong></p>
<p>O DAS aproximado sobre R$ 20 mil seria R$ 3.225.</p>
<p>A diferença aproximada de DAS seria R$ 1.765 no mês. Porém, a comparação ainda precisa incluir o custo previdenciário e o IRPF relacionados ao pró-labore ou à folha utilizada para chegar a 28%.</p>
<h2>Vale aumentar o pró-labore para atingir 28%?</h2>
<p>Às vezes, mas não automaticamente.</p>
<p>O pró-labore entra no numerador do fator R, porém gera contribuição previdenciária do sócio, pode gerar IRRF e, em determinados regimes ou anexos, contribuição patronal fora do DAS.</p>
<p>A decisão deve comparar:</p>
<ul>
<li>economia estimada no DAS;</li>
<li>INSS descontado do sócio;</li>
<li>eventual IRPF;</li>
<li>contribuição patronal, quando devida fora do DAS;</li>
<li>impacto no caixa pessoal e empresarial;</li>
<li>coerência entre remuneração e trabalho efetivamente desempenhado.</li>
</ul>
<p>Não é recomendável alterar o pró-labore apenas para produzir um percentual, sem documentos, capacidade financeira ou correspondência com a realidade.</p>
<h2>Como funciona o fator R em uma empresa nova?</h2>
<p>Empresas em início de atividade seguem regras específicas no PGDAS-D, utilizando os valores de folha e receita dos períodos disponíveis. O primeiro mês e os meses seguintes possuem critérios próprios.</p>
<p>Por isso, uma projeção anterior à abertura é útil, mas o enquadramento real deverá ser recalculado após o faturamento e as remunerações efetivamente ocorridos.</p>
<h2>O que muda no Fator R a partir de 2027?</h2>
<p>Até dezembro de 2026, o cálculo segue a sistemática descrita nas seções anteriores. A partir de 1º de janeiro de 2027, a Resolução CGSN nº 190/2026 altera regras operacionais do Fator R.</p>
<ul>
<li>a FS12 e a RBT12 passam a considerar os 12 meses antecedentes ao mês anterior ao período de apuração;</li>
<li>nos dois primeiros meses de atividade, o Fator R será considerado igual a 0,28;</li>
<li>do terceiro ao décimo-terceiro mês de atividade, a folha e a receita serão anualizadas conforme os critérios aplicáveis;</li>
<li>determinados contribuintes que ingressarem no Simples em janeiro de 2027 precisarão conferir e complementar no PGDAS-D informações anteriores de receita e folha.</li>
</ul>
<p>O limite central permanece: para as receitas sujeitas à regra, resultado igual ou superior a 28% direciona ao Anexo III; resultado inferior a 28%, ao Anexo V. O que muda é a forma de compor a janela de cálculo e tratar os primeiros meses de atividade.</p>
<p>Também existe uma decisão separada para 2027: empresas do Simples poderão manter IBS e CBS dentro do regime ou, nos prazos previstos, optar pela apuração desses tributos no regime regular. Essa escolha não substitui nem se confunde com o Fator R.</p>
<aside class="icaro-pj-article-cta" aria-label="Alerta sobre a mudança do Fator R em 2027">
<h2>Vai calcular ou projetar o Fator R de 2027?</h2>
<p>Não reutilize automaticamente a mesma janela aplicada em 2026. Confirme o período de referência, o tempo de atividade e os dados anteriores exigidos pelo PGDAS-D.</p>
</aside>
<h2>Como acompanhar o fator R corretamente?</h2>
<ol>
<li>mantenha faturamento e folha conciliados mensalmente;</li>
<li>separe competência de recebimento;</li>
<li>confira pró-labore, eSocial e DCTFWeb;</li>
<li>acompanhe o indicador antes do fechamento do mês;</li>
<li>projete os próximos meses, principalmente quando o resultado estiver perto de 28%;</li>
<li>compare economia do DAS com todos os encargos adicionais.</li>
</ol>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>Fator R de exatamente 28% fica em qual anexo?</h3>
<p>Quando o fator R é igual ou superior a 28%, a receita sujeita à regra fica no Anexo III.</p>
<h3>Distribuição de lucros entra no fator R?</h3>
<p>Não. Distribuição de lucros não compõe a folha utilizada no cálculo.</p>
<h3>Pró-labore entra no fator R?</h3>
<p>Sim, a retirada de pró-labore paga e corretamente informada integra a FS12, conforme a legislação.</p>
<h3>O fator R é calculado uma vez por ano?</h3>
<p>Não. O cálculo é mensal. Em 2026, utiliza os 12 meses imediatamente anteriores ao período de apuração. A partir de 2027, continua mensal, mas passa a usar os 12 meses antecedentes ao mês anterior ao período de apuração, além das regras próprias para empresas em início de atividade.</p>
<h3>Toda empresa de serviços usa fator R?</h3>
<p>Não. Algumas atividades ficam diretamente em outros anexos. É necessário analisar o serviço e a legislação aplicável.</p>
<h3>O limite de 28% deixa de existir em 2027?</h3>
<p>Não. O limite continua separando o Anexo III do Anexo V para as receitas sujeitas ao Fator R. A mudança de 2027 está principalmente na janela usada no cálculo e nas regras para empresas em início de atividade.</p>
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<aside class="icaro-pj-article-cta" aria-label="Chamada final para análise do fator R">
<h2>Receba um cálculo completo, incluindo DAS, INSS e pró-labore</h2>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20Fator%20R%20e%20as%20mudan%C3%A7as%20de%202027%20e%20quero%20uma%20simula%C3%A7%C3%A3o%20completa%20da%20minha%20empresa." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-campaign="fator_r_set_2026" data-content="artigo_cta_final" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_fator_r_2027_final" data-cta-location="article_end" data-cta-target="whatsapp" data-need="revisar_enquadramento">Solicitar análise à Icaro Contabilidade</a></p>
</aside>
<p><small>Conteúdo informativo. Última atualização: 3 de setembro de 2026. Os exemplos desconsideram retenções, receitas segregadas e particularidades municipais e não substituem a apuração no PGDAS-D.</small></p>
<h2>Fontes oficiais</h2>
<ul>
<li><a href="https://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=92278" rel="noopener">Resolução CGSN nº 140/2018 — fator R e anexos</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Arquivos/manual/PerguntaoSN.pdf" rel="noopener">Perguntas e Respostas do Simples Nacional — pergunta 5.11</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Arquivos/manual/MANUAL_PGDAS-D_2018_V4.pdf" rel="noopener">Manual do PGDAS-D</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SIMPLESNACIONAL/noticias/noticiacompleta.aspx?id=C739E03C-8482-473F-8E82-F38EC3B13637" rel="noopener">CGSN — opção do Simples e IBS/CBS para 2027</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026" rel="noopener">Receita Federal — orientações da Reforma Tributária para 2026</a></li>
<li><a href="https://normasinternet2.receita.fazenda.gov.br/#/consulta/externa/152832/visao/original" rel="noopener">Resolução CGSN nº 190/2026 — regras com efeitos a partir de 2027</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/memp/pt-br/assuntos/noticias/cgsn-atualiza-regras-do-simples-nacional-para-adequacao-a-reforma-tributaria-do-consumo" rel="noopener">Resumo oficial das mudanças do Simples Nacional para 2027</a></li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quanto um profissional PJ paga de impostos em 2026?</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/quanto-profissional-pj-paga-impostos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 23:11:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissionais PJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/quanto-profissional-pj-paga-impostos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda os tributos do profissional PJ no Simples, no Lucro Presumido e nas retiradas do sócio, com exemplos e ressalvas para 2026.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Não existe uma alíquota única para quem trabalha como pessoa jurídica. O valor depende da atividade exercida, do faturamento dos últimos 12 meses, do regime tributário, da folha e do pró-labore, do município e das retenções feitas pelo cliente.</p>
<p>Em uma empresa de serviços, os tributos normalmente aparecem em duas camadas: os impostos da pessoa jurídica e os encargos incidentes sobre a remuneração do sócio. Por isso, olhar apenas para o percentual do DAS pode produzir uma comparação incompleta.</p>
<h2>Quais valores precisam entrar na conta do profissional PJ?</h2>
<ul>
<li>tributos sobre o faturamento da empresa;</li>
<li>INSS e eventual Imposto de Renda sobre o pró-labore;</li>
<li>retenções tributárias feitas pelo cliente, quando aplicáveis;</li>
<li>ISS ou outras obrigações municipais não abrangidas pela situação concreta;</li>
<li>custos de emissão fiscal, certificado, conselho profissional e contabilidade.</li>
</ul>
<p>Honorários contábeis, tarifas bancárias e licenças não são impostos, mas fazem parte do custo de manter o CNPJ e devem aparecer na simulação financeira.</p>
<h2>Quanto se paga no Simples Nacional?</h2>
<p>No Simples Nacional, a empresa recolhe vários tributos em uma guia única. Para profissionais de serviços, o enquadramento pode ocorrer nos Anexos III, IV ou V, conforme a atividade e as regras aplicáveis.</p>
<h3>Anexo III</h3>
<p>Em 2026, o Anexo III começa com alíquota nominal de 6% para receita bruta acumulada em 12 meses de até R$ 180 mil. Nas faixas seguintes, utiliza-se a fórmula da alíquota efetiva, que considera a receita acumulada e a parcela a deduzir.</p>
<h3>Anexo V</h3>
<p>O Anexo V começa com alíquota nominal de 15,5%. Para diversas atividades intelectuais, a passagem entre o Anexo III e o V é definida pelo fator R.</p>
<h3>Anexo IV</h3>
<p>Algumas atividades são tributadas pelo Anexo IV. Nesse anexo, a contribuição previdenciária patronal não está incluída no DAS e deve ser apurada separadamente. Portanto, comparar somente a alíquota inicial do anexo pode induzir ao erro.</p>
<h2>Exemplo de imposto no Simples Nacional</h2>
<p>Considere uma empresa de serviços já em atividade, com faturamento constante de R$ 15 mil por mês e receita acumulada em 12 meses de R$ 180 mil. Desconsiderando retenções e situações especiais:</p>
<ul>
<li>no Anexo III, a alíquota nominal da primeira faixa é 6%, resultando em DAS aproximado de R$ 900 no mês;</li>
<li>no Anexo V, a alíquota nominal da primeira faixa é 15,5%, resultando em DAS aproximado de R$ 2.325 no mês.</li>
</ul>
<p>A diferença é relevante, mas não significa que aumentar o pró-labore para alcançar o Anexo III sempre gere economia. É necessário somar INSS, eventual IRPF e possível contribuição patronal e comparar o custo total.</p>
<h2>Quanto se paga no Lucro Presumido?</h2>
<p>Para serviços em geral, a base presumida costuma corresponder a 32% da receita tanto para IRPJ quanto para CSLL, ressalvadas atividades com regras específicas.</p>
<p>Em uma situação geral de prestação de serviços, antes do adicional de IRPJ, a composição federal tradicional é:</p>
<ul>
<li>IRPJ: 15% sobre a base presumida de 32%, equivalente a 4,8% da receita;</li>
<li>CSLL: 9% sobre a base presumida de 32%, equivalente a 2,88% da receita;</li>
<li>PIS no regime cumulativo: 0,65%;</li>
<li>Cofins no regime cumulativo: 3%.</li>
</ul>
<p>O subtotal federal é, em uma hipótese comum, 11,33% da receita. Acrescentando ISS entre 2% e 5%, conforme a legislação municipal, a carga pode ficar aproximadamente entre 13,33% e 16,33%, antes de adicional de IRPJ, retenções e encargos sobre o pró-labore.</p>
<p>O IRPJ possui adicional de 10% sobre a parcela da base de cálculo que ultrapassar R$ 20 mil por mês do período de apuração. A existência de particularidades na atividade pode alterar percentuais de presunção e retenções.</p>
<h2>E o Lucro Real?</h2>
<p>No Lucro Real, IRPJ e CSLL incidem sobre o resultado contábil ajustado, enquanto PIS e Cofins seguem, em regra, a sistemática não cumulativa, com análise de créditos permitidos. É um regime mais complexo e pode ser adequado em situações específicas, especialmente quando há margem reduzida ou estrutura relevante de créditos e despesas.</p>
<p>Não se deve escolher o Lucro Real ou Presumido somente pela soma das alíquotas nominais. A margem efetiva, as despesas dedutíveis, os créditos e a operação precisam ser simulados.</p>
<h2>Pró-labore também gera imposto?</h2>
<p>Sim. Quando o sócio recebe remuneração pelo trabalho prestado à empresa, o valor deve ser tratado como pró-labore. Em regra, a empresa desconta contribuição previdenciária de 11% do contribuinte individual, respeitado o teto previdenciário. Também pode haver IRRF conforme a tabela de 2026 e a soma dos rendimentos tributáveis do sócio.</p>
<p>A contribuição patronal depende do regime e do anexo. Nos Anexos III e V do Simples, a CPP normalmente integra o DAS; no Anexo IV ela é apurada fora da guia. No Lucro Presumido, em regra, há contribuição patronal de 20% sobre o pró-labore, sem prejuízo de outras incidências aplicáveis.</p>
<h2>Distribuição de resultados continua isenta?</h2>
<p>A escrituração contábil continua essencial para demonstrar o lucro efetivamente disponível. Sem contabilidade regular, a parcela tratada como isenta no Simples fica limitada pelos percentuais legais de presunção, descontada a parcela do IRPJ incluída no Simples.</p>
<p>Desde janeiro de 2026, se uma mesma empresa pagar mais de R$ 50 mil em lucros e dividendos no mesmo mês à mesma pessoa física residente no Brasil, deve reter IRRF de 10% sobre o valor total pago, e não apenas sobre o excedente. A regra também alcança empresas do Simples Nacional.</p>
<p>A Lei nº 15.270/2025 instituiu ainda tributação mínima anual para rendimentos superiores a R$ 600 mil, com regras próprias, compensações e exceções. Lucros apurados até 2025 podem estar sujeitos a disposições transitórias quando a aprovação e o pagamento observarem os requisitos legais.</p>
<h2>O que a Reforma Tributária muda em 2026?</h2>
<p>O ano de 2026 é o período de teste da CBS e do IBS. A Receita Federal orienta a emissão dos documentos fiscais com os campos desses tributos conforme os leiautes vigentes. O contribuinte que cumprir as obrigações acessórias aplicáveis fica dispensado do recolhimento de IBS e CBS no ano de teste.</p>
<p>Assim, para a maioria dos profissionais PJ, a carga de 2026 ainda deve ser analisada segundo o regime atual, mas a empresa precisa adequar seus documentos e sistemas para a transição.</p>
<h2>Como descobrir o valor correto?</h2>
<ol>
<li>confirmar o serviço e a tributação do CNAE;</li>
<li>projetar faturamento dos próximos 12 meses;</li>
<li>calcular a folha e o fator R;</li>
<li>definir uma política defensável de pró-labore;</li>
<li>mapear ISS e retenções;</li>
<li>comparar Simples, Lucro Presumido e, se pertinente, Lucro Real;</li>
<li>somar tributos da empresa e do sócio.</li>
</ol>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>Todo profissional PJ paga 6%?</h3>
<p>Não. Os 6% correspondem à primeira faixa do Anexo III. Atividade, receita acumulada, fator R e outras regras podem levar a outra faixa ou anexo.</p>
<h3>O imposto é calculado somente sobre o que recebi?</h3>
<p>Depende do regime de reconhecimento de receita e da obrigação. No Simples, a empresa pode optar anualmente por caixa ou competência para a base mensal, mas a receita por competência continua relevante para limites e fator R.</p>
<h3>Pró-labore está dentro do DAS?</h3>
<p>O INSS descontado do sócio e eventual IRRF não estão simplesmente substituídos pelo DAS. A contribuição patronal pode estar dentro ou fora da guia conforme o anexo.</p>
<h3>Posso receber tudo como distribuição de resultados?</h3>
<p>Não automaticamente. É necessário separar remuneração pelo trabalho e lucro efetivamente apurado, com documentação contábil adequada.</p>
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<p><small>Conteúdo informativo, atualizado em 23 de julho de 2026. Percentuais e exemplos não substituem análise contábil individual. Enquadramento, retenções, benefícios, município e atividade podem alterar os valores.</small></p>
<h2>Fontes oficiais</h2>
<ul>
<li><a href="https://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=92278" rel="noopener">Resolução CGSN nº 140/2018</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SimplesNacional/Arquivos/manual/PerguntaoSN.pdf" rel="noopener">Perguntas e Respostas do Simples Nacional</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/tributos/IRPJ" rel="noopener">Receita Federal — IRPJ</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/orientacao-tributaria/tributos/CSLL" rel="noopener">Receita Federal — CSLL</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026" rel="noopener">Receita Federal — orientações da Reforma Tributária para 2026</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2025/lei/l15270.htm" rel="noopener">Lei nº 15.270/2025</a></li>
</ul>
<aside class="icaro-pj-article-cta">
<h2>Quanto seu CNPJ paga no cenário real?</h2>
<p>Atividade, faturamento, município, regime e retiradas precisam entrar na mesma análise.</p>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20sobre%20impostos%20do%20profissional%20PJ%20e%20quero%20analisar%20meu%20cen%C3%A1rio." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_impostos_pj" data-cta-location="article_end" data-cta-target="whatsapp" data-need="revisar_enquadramento">Solicitar análise pelo WhatsApp</a></p>
<p><strong>(11) 96808-3000</strong></p>
</aside>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/quanto-profissional-pj-paga-impostos/">Quanto um profissional PJ paga de impostos em 2026?</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MEI ou Simples Nacional para prestador de serviços?</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/mei-ou-simples-nacional-prestador-de-servicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissionais PJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/mei-ou-simples-nacional-prestador-de-servicos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entenda limites, ocupações, fator R e tributação e veja o prazo extraordinário do Simples para 2027.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="icaro-pj-article-updated"><em>Conteúdo revisado em 3 de setembro de 2026.</em></p>
<p><strong>MEI e Simples Nacional não são exatamente regimes concorrentes:</strong> o MEI recolhe pelo SIMEI, uma forma simplificada dentro do sistema do Simples Nacional. Na prática, a comparação é entre atuar como MEI ou constituir uma ME/EPP optante pelo Simples.</p>
<p>A melhor estrutura depende da atividade real, do faturamento, da necessidade de sócios ou empregados, da regulamentação profissional e da operação.</p>
<h2>Comparação rápida: MEI ou ME/EPP no Simples?</h2>
<div class="wp-block-table">
<table>
<thead>
<tr>
<th>Ponto</th>
<th>MEI/SIMEI</th>
<th>ME ou EPP no Simples</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Atividades</td>
<td>Somente ocupações expressamente permitidas</td>
<td>Atividades permitidas pela LC 123 e regulamentação, com análise do CNAE</td>
</tr>
<tr>
<td>Receita</td>
<td>Limite anual vigente de R$ 81 mil, proporcional na abertura</td>
<td>Limite geral de até R$ 4,8 milhões ao ano, observadas regras e sublimites aplicáveis</td>
</tr>
<tr>
<td>Sócios</td>
<td>Não pode ter sócio</td>
<td>Pode ter um ou mais sócios ou limitada unipessoal</td>
</tr>
<tr>
<td>Tributação</td>
<td>DAS mensal fixo</td>
<td>DAS calculado sobre a receita e conforme anexo/alíquota efetiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Empregado</td>
<td>Regra simplificada e limitada</td>
<td>Contratação conforme estrutura e legislação trabalhista</td>
</tr>
<tr>
<td>Contabilidade</td>
<td>Rotina simplificada, sem dispensar organização e controles</td>
<td>Escrituração contábil e obrigações conforme o caso</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Quando o MEI pode ser adequado?</h2>
<p>O MEI pode ser uma alternativa quando:</p>
<ul>
<li>a ocupação está na lista oficial;</li>
<li>o faturamento cabe no limite anual e proporcional;</li>
<li>não haverá sócio;</li>
<li>a estrutura de empregado atende às regras;</li>
<li>a profissão não exige outra forma societária;</li>
<li>as condições reais da prestação são compatíveis.</li>
</ul>
<p>Em 2026, o DAS do MEI prestador de serviços é de R$ 86,05. Esse valor não inclui custos particulares como ferramentas, banco, licenças, conselho profissional ou suporte contratado.</p>
<h2>Quando uma ME no Simples pode ser necessária?</h2>
<p>Uma microempresa pode ser necessária quando a atividade não é permitida ao MEI, o faturamento supera o limite, há sócios, a profissão é regulamentada ou a estrutura operacional exige outra natureza jurídica.</p>
<p>No Simples, a tributação de serviços pode ocorrer em anexos diferentes. Determinadas atividades são afetadas pelo fator R, que compara folha e encargos com receita bruta acumulada.</p>
<h2>Fator R: por que ele importa?</h2>
<p>Para atividades sujeitas à regra, a razão entre folha e encargos dos 12 meses anteriores e receita bruta do mesmo período define a tributação no Anexo III ou V:</p>
<ul>
<li>resultado igual ou superior a 28%: aplicação do Anexo III;</li>
<li>resultado inferior a 28%: aplicação do Anexo V.</li>
</ul>
<p>A folha pode incluir salários, pró-labore e encargos previstos na regulamentação. Distribuição de resultados não integra o cálculo. Pró-labore não deve ser elevado artificialmente apenas para buscar um anexo; a decisão precisa refletir o trabalho e o caixa da empresa.</p>
<h2>O Simples Nacional é sempre mais barato?</h2>
<p>Não. A comparação responsável considera:</p>
<ul>
<li>CNAE e serviço efetivamente prestado;</li>
<li>receita mensal e acumulada;</li>
<li>folha, pró-labore e fator R;</li>
<li>retenções e ISS;</li>
<li>custos e despesas;</li>
<li>perfil dos clientes;</li>
<li>efeitos de créditos de IBS e CBS;</li>
<li>obrigações e capacidade operacional.</li>
</ul>
<h2>Atenção ao prazo extraordinário de setembro de 2026</h2>
<p>Para produzir efeitos em 2027, empresas já constituídas que desejem ingressar ou reingressar no Simples deverão solicitar a opção entre <strong>1º e 30 de setembro de 2026</strong>.</p>
<p>Quem já está regularmente no Simples, em regra, permanece automaticamente, mas deve verificar eventual exclusão ou pendência.</p>
<p>No mesmo período, ME e EPP optantes poderão decidir se IBS e CBS ficarão dentro do DAS ou serão recolhidos pelo regime regular no primeiro semestre de 2027. São decisões diferentes e precisam de simulação.</p>
<div class="icaro-pj-article-note"><strong>MEI:</strong> a janela extraordinária de setembro não altera o período próprio de opção pelo SIMEI, que continua seguindo as regras específicas divulgadas pelo Comitê Gestor.</div>
<h2>NFS-e Nacional passa a ser obrigatória em novembro</h2>
<p>A partir de 1º de novembro de 2026, ME e EPP prestadoras de serviços e optantes pelo Simples deverão utilizar o Emissor Nacional da NFS-e. O MEI já utiliza o padrão nacional conforme suas regras.</p>
<h2>Como escolher a estrutura?</h2>
<ol>
<li>Descreva os serviços reais;</li>
<li>consulte a lista oficial do MEI;</li>
<li>projete faturamento e despesas;</li>
<li>verifique profissão regulamentada e licenças;</li>
<li>avalie necessidade de sócios ou empregados;</li>
<li>simule DAS, pró-labore, fator R e demais custos;</li>
<li>considere as mudanças de 2026 e 2027;</li>
<li>documente a decisão.</li>
</ol>
<p>Se a atividade couber no MEI hoje, mas o contrato projetar faturamento acima do limite, começar diretamente com outra estrutura pode evitar desenquadramento e retrabalho.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>MEI faz parte do Simples Nacional?</h3>
<p>Sim. O SIMEI é o sistema simplificado de recolhimento dos tributos abrangidos pelo Simples para o microempreendedor individual.</p>
<h3>Profissional de tecnologia pode ser MEI?</h3>
<p>Depende do serviço exato e da ocupação prevista na lista oficial. A descrição comercial do trabalho não basta; é necessário verificar a atividade efetiva.</p>
<h3>Se eu ultrapassar o limite do MEI, o que acontece?</h3>
<p>O tratamento depende do valor e do momento do excesso. Pode haver desenquadramento e recálculo. A situação deve ser analisada assim que a projeção indicar o excesso.</p>
<h3>Todo prestador no Simples paga 6%?</h3>
<p>Não. Anexo, receita acumulada, fator R e atividade influenciam a alíquota efetiva.</p>
<h3>Quem já está no Simples precisa pedir novamente em setembro?</h3>
<p>Em regra, não. A permanência é automática, mas a empresa deve conferir exclusões e analisar separadamente a decisão sobre IBS/CBS.</p>
<h2>Fontes oficiais consultadas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/quero-ser-mei/quais-as-ocupacoes-que-podem-ser-mei" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor — ocupações permitidas</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/perguntas-frequentes/pagamento-da-contribuicao-mensal-carne-mensal/qual-o-valor-das-contribuicoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor — DAS-MEI 2026</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Complementar nº 123/2006</a></li>
<li><a href="https://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=92278" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução CGSN nº 140 — Simples e fator R</a></li>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SIMPLESNACIONAL/noticias/noticiacompleta.aspx?id=C739E03C-8482-473F-8E82-F38EC3B13637" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comitê Gestor — prazo de setembro de 2026 e IBS/CBS</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/simples-nacional-nfs-e-nacional-sera-obrigatoria-para-me-e-epp-a-partir-de-1o-de-novembro-de-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — obrigatoriedade nacional a partir de novembro</a></li>
</ul>
<p class="icaro-pj-article-disclaimer"><strong>Aviso:</strong> este conteúdo é geral e não substitui análise contábil, tributária ou jurídica da situação concreta.</p>
<aside class="icaro-pj-article-cta">
<h2>MEI ou Simples: qual estrutura combina com sua atividade?</h2>
<p>A Icaro pode comparar os cenários e preparar sua empresa antes dos prazos de setembro.</p>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20MEI%20ou%20Simples%20Nacional%20para%20prestador%20de%20servi%C3%A7os%20e%20quero%20comparar%20os%20cen%C3%A1rios." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_mei_simples_final" data-cta-location="article_end" data-cta-target="whatsapp" data-need="revisar_enquadramento">Solicitar análise pelo WhatsApp</a></p>
<p><strong>(11) 96808-3000</strong></p>
</aside>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como abrir CNPJ para trabalhar como PJ: CNAE, documentos e etapas</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/como-abrir-cnpj-trabalhar-como-pj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissionais PJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/como-abrir-cnpj-trabalhar-como-pj/</guid>

					<description><![CDATA[<p>CNAE, natureza jurídica, viabilidade, regime e documentos: conheça as decisões para abrir um CNPJ e trabalhar como PJ.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="icaro-pj-article-updated"><em>Conteúdo revisado em 3 de setembro de 2026.</em></p>
<p>Recebeu uma proposta para prestar serviços como pessoa jurídica ou decidiu atender clientes por conta própria? Antes da primeira nota fiscal, é necessário definir corretamente a atividade, o tipo de empresa, o regime tributário e a forma de retirada do dinheiro.</p>
<p><strong>Essas escolhas afetam impostos, obrigações mensais, possibilidade de ingresso no Simples e licenças.</strong> Veja as decisões e etapas que precisam ser tratadas antes do registro.</p>
<h2>Antes de abrir: trabalhar como PJ é o modelo adequado?</h2>
<p>Abrir um CNPJ não transforma automaticamente uma relação de emprego em prestação empresarial. O artigo 3º da CLT considera empregado quem presta serviços como pessoa física, de forma não eventual, sob dependência e mediante salário.</p>
<p>Quando a prestação possui características semelhantes às de um emprego, o contrato e a realidade da atividade devem ser avaliados por profissional jurídico. A contabilidade analisa a estrutura da empresa e a tributação; ela não pode prometer que o CNPJ elimina riscos trabalhistas.</p>
<h2>Profissional PJ pode ser MEI?</h2>
<p>Pode, desde que a atividade esteja na lista oficial e os demais requisitos sejam atendidos. Em julho de 2026, o limite legal vigente continua sendo de R$ 81 mil por ano, proporcional no ano de abertura.</p>
<p>O MEI não pode ter sócios, só pode exercer ocupações autorizadas e deve observar todas as condições do regime. Muitas atividades intelectuais ou regulamentadas não aparecem na lista. Nunca escolha uma ocupação diferente do serviço real apenas para obter o enquadramento.</p>
<h2>Quando considerar uma sociedade limitada com um sócio?</h2>
<p>A sociedade limitada pode ser constituída por uma única pessoa. Essa estrutura é utilizada por consultores, profissionais de tecnologia, prestadores de serviços e profissionais regulamentados, conforme as regras da atividade.</p>
<p>Também existem o Empresário Individual e, em situações específicas, a Sociedade Simples. A escolha deve considerar atividade, risco, conselho profissional, faturamento, contratação e planejamento societário.</p>
<h2>Passo a passo para abrir CNPJ e trabalhar como PJ</h2>
<h3>1. Descreva exatamente o serviço</h3>
<p>Antes de procurar um código CNAE, descreva o que será entregue, para quem, como será cobrado, quais atividades secundárias existirão, onde o trabalho será realizado e se há conselho profissional.</p>
<h3>2. Escolha o CNAE compatível</h3>
<p>O CNAE influencia tributação, licenciamento, emissão de nota e possibilidade de opção pelo Simples. Uma classificação incompatível com o contrato pode gerar imposto incorreto e divergências cadastrais.</p>
<h3>3. Defina natureza jurídica e ato constitutivo</h3>
<p>Nessa etapa são definidos nome empresarial, endereço, capital, objeto social, administrador, poderes, responsabilidades e participação dos sócios, quando houver.</p>
<h3>4. Faça a consulta de viabilidade</h3>
<p>A consulta verifica nome empresarial e possibilidade de exercer a atividade no endereço. Segundo a Redesim, o fluxo de abertura passa por viabilidade, registro e CNPJ, inscrições tributárias e licenciamento.</p>
<h3>5. Registre a empresa e obtenha o CNPJ</h3>
<p>Com a viabilidade aprovada, o ato segue ao órgão competente. Dependendo da atividade e da natureza jurídica, o registro pode ocorrer na Junta Comercial, no Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou em órgão profissional.</p>
<h3>6. Defina o regime tributário no momento correto</h3>
<p>Com o Módulo de Administração Tributária, o enquadramento passou a integrar a inscrição do CNPJ. Para uma empresa nova que pretende ingressar no Simples desde o início, a solicitação deve ser feita no MAT durante o processo de inscrição, conforme as regras aplicáveis.</p>
<p>Não presuma que o Simples será sempre o regime mais econômico. A comparação deve usar atividade, receita, folha, retenções e demais dados reais.</p>
<h3>7. Obtenha inscrições, licenças e acesso à nota fiscal</h3>
<p>Depois do CNPJ, podem ser necessários inscrição municipal, cadastro fiscal, licenciamento conforme risco, registro profissional, certificado digital e conta empresarial.</p>
<h2>Documentos e informações necessários</h2>
<ul>
<li>documentos pessoais e comprovante de endereço;</li>
<li>endereço pretendido para a empresa;</li>
<li>descrição detalhada dos serviços;</li>
<li>contrato ou proposta recebida;</li>
<li>estimativa de faturamento mensal;</li>
<li>expectativa de despesas, pró-labore e folha;</li>
<li>dados dos sócios, quando houver;</li>
<li>registro profissional, se aplicável;</li>
<li>exigências feitas pelo cliente contratante.</li>
</ul>
<h2>O que mudou em 2026?</h2>
<h3>CNPJ alfanumérico</h3>
<p>A Receita Federal iniciou em 2026 a adoção do formato alfanumérico para novas inscrições. Os CNPJs existentes não serão alterados.</p>
<h3>NFS-e Nacional</h3>
<p>A partir de 1º de novembro de 2026, ME e EPP prestadoras de serviços e optantes pelo Simples deverão usar o Emissor Nacional da NFS-e. O MEI já segue o padrão nacional conforme suas regras.</p>
<h2>Quanto custa abrir um CNPJ?</h2>
<p>Não existe valor único nacional. O custo pode envolver taxas de registro, certificado digital, licenças, conselho profissional e honorários. A formalização do MEI no portal oficial é gratuita. Para as demais empresas, os valores dependem do estado, município, atividade e natureza jurídica.</p>
<p>Veja também: <a href="/quanto-custa-manter-cnpj-prestar-servicos/">quanto custa manter um CNPJ para prestar serviços</a>.</p>
<h2>Perguntas frequentes</h2>
<h3>Posso abrir o CNPJ antes de assinar o contrato?</h3>
<p>Sim, mas é recomendável analisar previamente serviço, valor, CNAE e exigências do contratante.</p>
<h3>Todo profissional pode ser MEI?</h3>
<p>Não. A atividade precisa constar da lista oficial e todos os requisitos devem ser atendidos.</p>
<h3>O Simples Nacional é sempre mais barato?</h3>
<p>Não. Atividade, faturamento, folha, pró-labore, retenções e despesas mudam o resultado.</p>
<h3>Posso usar endereço residencial?</h3>
<p>Depende das regras municipais, do zoneamento, da atividade e da existência de atendimento ou estoque no local.</p>
<h2>Fontes oficiais consultadas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/redesim/abrir-cnpj" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Redesim — fluxo para abrir CNPJ</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/drei/orientacoes-de-abertura/quero-registrar-minha-empresa" target="_blank" rel="noopener noreferrer">DREI — registrar empresa</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/quero-ser-mei/quais-as-ocupacoes-que-podem-ser-mei" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ocupações permitidas ao MEI</a></li>
<li><a href="https://cnae.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">IBGE — consulta oficial da CNAE</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/cnpj-tributario/cnpj-mat/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — Módulo de Administração Tributária</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/cnpj-alfanumerico" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — CNPJ alfanumérico</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452compilado.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">CLT — artigo 3º</a></li>
</ul>
<p class="icaro-pj-article-disclaimer"><strong>Aviso:</strong> o enquadramento depende dos fatos, da atividade, do município e das regras aplicáveis ao caso.</p>
<aside class="icaro-pj-article-cta">
<h2>Abra seu CNPJ com as decisões certas desde o início</h2>
<p>A Icaro pode analisar atividade, faturamento previsto e contrato antes do registro.</p>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20sobre%20abrir%20CNPJ%20para%20trabalhar%20como%20PJ%20e%20quero%20uma%20an%C3%A1lise." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_abertura_final" data-cta-location="article_end" data-cta-target="whatsapp" data-need="abrir_cnpj">Solicitar análise pelo WhatsApp</a></p>
<p><strong>(11) 96808-3000</strong></p>
</aside>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/como-abrir-cnpj-trabalhar-como-pj/">Como abrir CNPJ para trabalhar como PJ: CNAE, documentos e etapas</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quanto custa manter um CNPJ para prestar serviços?</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/quanto-custa-manter-cnpj-prestar-servicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Profissionais PJ]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/quanto-custa-manter-cnpj-prestar-servicos/</guid>

					<description><![CDATA[<p>Impostos são apenas parte do custo de um CNPJ. Veja o que entra na conta e como comparar uma proposta de trabalho PJ.</p>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/quanto-custa-manter-cnpj-prestar-servicos/">Quanto custa manter um CNPJ para prestar serviços?</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="icaro-pj-article-updated"><em>Conteúdo revisado em 3 de setembro de 2026.</em></p>
<p><strong>O custo de manter um CNPJ para prestar serviços não é formado apenas pelo imposto da nota.</strong> Dependendo da atividade e do enquadramento, entram na conta tributos, contabilidade, pró-labore, obrigações, emissão fiscal, licenças e custos operacionais.</p>
<p>Por isso, antes de aceitar uma proposta como PJ, o correto é comparar o valor líquido estimado e as responsabilidades assumidas — e não apenas o valor bruto do contrato.</p>
<nav class="icaro-pj-article-index" aria-label="Índice do artigo">
<strong>Neste artigo:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#custos-fixos">Custos fixos e variáveis</a></li>
<li><a href="#mei">Custo para o MEI prestador de serviços</a></li>
<li><a href="#simples">Custos no Simples Nacional</a></li>
<li><a href="#pro-labore">Pró-labore e retiradas</a></li>
<li><a href="#comparar-proposta">Como comparar uma proposta PJ</a></li>
<li><a href="#faq-custos">Perguntas frequentes</a></li>
</ul>
</nav>
<h2 id="custos-fixos">Quais despesas podem existir para manter um CNPJ?</h2>
<p>Algumas despesas são mensais; outras aparecem na abertura, em renovações ou quando ocorre uma alteração. A composição exata depende do município, da profissão e do regime.</p>
<div class="wp-block-table">
<table>
<thead>
<tr>
<th>Item</th>
<th>Como funciona</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Tributos sobre o faturamento</td>
<td>Podem ser fixos no MEI ou percentuais no Simples Nacional e em outros regimes.</td>
</tr>
<tr>
<td>Contabilidade</td>
<td>Escrituração, apuração, declarações, fechamento, orientação e suporte conforme o escopo contratado.</td>
</tr>
<tr>
<td>Pró-labore</td>
<td>A remuneração do sócio pelo trabalho possui tratamento previdenciário e, conforme o valor, tributário.</td>
</tr>
<tr>
<td>Emissão fiscal</td>
<td>Pode exigir cadastro municipal, certificado digital ou sistema, conforme atividade e ambiente utilizado.</td>
</tr>
<tr>
<td>Licenças e conselho profissional</td>
<td>Dependem da atividade, do endereço, do risco e da regulamentação da profissão.</td>
</tr>
<tr>
<td>Banco e ferramentas</td>
<td>Conta empresarial, cobrança, assinatura, armazenamento e gestão podem ter tarifas próprias.</td>
</tr>
<tr>
<td>Alterações e regularizações</td>
<td>Mudança de endereço, atividade, sócios ou correção de pendências pode gerar taxas e honorários.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="icaro-pj-article-note"><strong>Resposta responsável:</strong> não existe um valor único nacional. Um orçamento correto precisa considerar sua atividade, faturamento, município, regime, retiradas e necessidade de licenciamento.</div>
<h2 id="mei">Quanto custa manter um MEI prestador de serviços em 2026?</h2>
<p>O MEI recolhe um DAS mensal fixo. Em 2026, o valor do MEI prestador de serviços é de <strong>R$ 86,05</strong>, composto por R$ 81,05 de contribuição previdenciária e R$ 5,00 de ISS, conforme a tabela oficial.</p>
<p>Esse valor não transforma toda atividade em MEI. É necessário:</p>
<ul>
<li>exercer uma ocupação permitida;</li>
<li>respeitar o limite anual vigente de R$ 81 mil, proporcional no ano de abertura;</li>
<li>não possuir sócio nem participar de outra empresa como titular ou sócio;</li>
<li>observar a regra de contratação de empregado;</li>
<li>cumprir declarações, emissão de notas e demais obrigações aplicáveis.</li>
</ul>
<p>Muitas atividades intelectuais e profissões regulamentadas não estão na lista. Não se deve escolher uma ocupação diferente do serviço real apenas para obter tributação menor.</p>
<h2 id="simples">Quanto custa uma empresa de serviços no Simples Nacional?</h2>
<p>Para uma ME ou EPP optante pelo Simples, o DAS é calculado sobre a receita. A alíquota efetiva depende do faturamento acumulado, da atividade e do anexo aplicável.</p>
<p>Determinados serviços podem ficar sujeitos ao <strong>fator R</strong>, que compara a folha e encargos dos 12 meses anteriores com a receita bruta do mesmo período. Resultado igual ou superior a 28% pode levar determinadas atividades ao Anexo III; abaixo disso, ao Anexo V.</p>
<p>Não é correto escolher pró-labore apenas para alcançar um percentual. A decisão tem efeitos previdenciários, no imposto de renda e no caixa da empresa e precisa refletir a realidade do trabalho do sócio.</p>
<h3>O DAS é o único custo tributário?</h3>
<p>Nem sempre. Conforme a operação, podem existir retenções na fonte, obrigações municipais, diferenças de ISS, tributos sobre remuneração, encargos de empregados e situações não abrangidas pelo recolhimento unificado.</p>
<h2 id="pro-labore">Pró-labore, lucro e dinheiro da empresa</h2>
<p>O faturamento pertence à pessoa jurídica. A transferência para a conta pessoal deve ter classificação e suporte documental.</p>
<ul>
<li><strong>Pró-labore:</strong> remunera o trabalho do sócio e possui tratamento previdenciário e tributário próprio.</li>
<li><strong>Distribuição de resultados:</strong> decorre do lucro efetivamente apurado e deve estar apoiada pela escrituração e documentação societária.</li>
<li><strong>Reembolso ou devolução:</strong> exige comprovação da natureza da operação.</li>
</ul>
<p>Transferir todo o saldo e chamá-lo de lucro não comprova sua origem. A organização contábil é o que permite separar faturamento, custos, remuneração e resultado.</p>
<h2>Custos que aparecem quando a rotina não é organizada</h2>
<p>Uma empresa barata apenas no início pode ficar cara se acumular:</p>
<ul>
<li>multas por declarações ausentes ou atrasadas;</li>
<li>diferenças entre notas emitidas e receitas declaradas;</li>
<li>juros e encargos sobre guias vencidas;</li>
<li>restrições para emitir certidões;</li>
<li>atividade ou endereço incompatível com o cadastro;</li>
<li>retiradas pessoais sem documentação;</li>
<li>necessidade de refazer períodos contábeis.</li>
</ul>
<h2>O que muda para prestadores de serviços em 2026?</h2>
<p>A partir de <strong>1º de novembro de 2026</strong>, as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional e prestadoras de serviços deverão utilizar o Emissor Nacional da NFS-e. O cadastro e o processo de emissão precisam ser preparados antes da obrigatoriedade.</p>
<p>Também começou a adoção do CNPJ alfanumérico para novas inscrições. Os CNPJs existentes não serão modificados.</p>
<h2 id="comparar-proposta">Como comparar uma proposta de trabalho PJ?</h2>
<p>Antes de comparar com uma remuneração como pessoa física, projete pelo menos:</p>
<ol>
<li>valor mensal e anual do contrato;</li>
<li>impostos sobre as notas;</li>
<li>pró-labore e recolhimentos;</li>
<li>honorários e ferramentas;</li>
<li>férias, períodos sem faturamento e reserva financeira;</li>
<li>seguros e benefícios que você precisará contratar;</li>
<li>custos de abertura, alterações e encerramento;</li>
<li>condições reais de autonomia do contrato.</li>
</ol>
<p>A análise trabalhista do contrato deve ser realizada por advogado qualificado. A contabilidade pode estimar estrutura, impostos e rotinas da empresa.</p>
<h2>Checklist para estimar seu custo real</h2>
<ul>
<li>Descreva o serviço e confirme o CNAE;</li>
<li>projete faturamento por 12 meses;</li>
<li>verifique se a atividade pode ser MEI;</li>
<li>simule Simples e demais regimes permitidos;</li>
<li>avalie fator R e pró-labore;</li>
<li>confirme retenções no contrato;</li>
<li>verifique licenças e conselho profissional;</li>
<li>inclua contabilidade e ferramentas;</li>
<li>calcule o valor líquido e a reserva necessária.</li>
</ul>
<h2 id="faq-custos">Perguntas frequentes</h2>
<h3>Empresa sem faturamento não tem custo?</h3>
<p>Ela pode não ter imposto sobre receita, mas continua sujeita às obrigações e aos custos aplicáveis à sua estrutura.</p>
<h3>Todo prestador paga 6% no Simples?</h3>
<p>Não. O resultado depende da atividade, receita acumulada, anexo, fator R e demais condições.</p>
<h3>Posso trabalhar sem contador?</h3>
<p>O MEI possui rotina simplificada, mas as demais empresas precisam manter escrituração e cumprir obrigações. O suporte necessário varia conforme o enquadramento.</p>
<h3>Quanto sobra líquido de uma proposta PJ?</h3>
<p>Só é possível estimar depois de conhecer atividade, faturamento, município, regime, retiradas e despesas.</p>
<h2>Fontes oficiais consultadas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/perguntas-frequentes/pagamento-da-contribuicao-mensal-carne-mensal/qual-o-valor-das-contribuicoes" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal do Empreendedor — valor do DAS-MEI em 2026</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/empresas-e-negocios/pt-br/empreendedor/quero-ser-mei/quais-as-ocupacoes-que-podem-ser-mei" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Ocupações permitidas ao MEI</a></li>
<li><a href="https://normas.receita.fazenda.gov.br/sijut2consulta/link.action?idAto=92278" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução CGSN nº 140 — Simples Nacional e fator R</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/agosto/simples-nacional-nfs-e-nacional-sera-obrigatoria-para-me-e-epp-a-partir-de-1o-de-novembro-de-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — obrigatoriedade nacional a partir de novembro</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/cnpj-alfanumerico" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — CNPJ alfanumérico</a></li>
</ul>
<p class="icaro-pj-article-disclaimer"><strong>Aviso:</strong> conteúdo informativo. Custos, obrigações e enquadramentos dependem dos fatos e das regras aplicáveis ao caso.</p>
<aside class="icaro-pj-article-cta">
<h2>Quer saber o custo real do seu CNPJ?</h2>
<p>A Icaro pode simular impostos, pró-labore e rotina mensal com os dados da sua atividade.</p>
<p><a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20sobre%20quanto%20custa%20manter%20um%20CNPJ%20e%20quero%20uma%20estimativa%20para%20minha%20atividade." target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-icaro-pj-track="cta" data-cta-id="artigo_custo_final" data-cta-location="article_end" data-cta-target="whatsapp" data-need="revisar_enquadramento">Solicitar análise pelo WhatsApp</a></p>
<p><strong>(11) 96808-3000</strong></p>
</aside>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/quanto-custa-manter-cnpj-prestar-servicos/">Quanto custa manter um CNPJ para prestar serviços?</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Simples Nacional 2027: prazo aberto em setembro e decisão sobre IBS/CBS</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/simples-nacional-2027-opcao-setembro-ibs-cbs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Icaro Christiano]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:27:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Simples Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento tributário]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[Simples Nacional 2027]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://icarocontabilidade.com.br/?p=2012</guid>

					<description><![CDATA[<p><img width="150" height="150" src="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Calendário da opção pelo Simples Nacional em setembro de 2026 e escolha do IBS e da CBS para 2027" decoding="async" srcset="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-150x150.png 150w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-300x300.png 300w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-1024x1024.png 1024w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-768x768.png 768w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026.png 1254w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" />O prazo do Simples Nacional 2027 está aberto. Entenda quem precisa solicitar ingresso ou reingresso e como avaliar IBS e CBS dentro ou fora do DAS.</p>
<p>O post <a href="https://icarocontabilidade.com.br/simples-nacional-2027-opcao-setembro-ibs-cbs/">Simples Nacional 2027: prazo aberto em setembro e decisão sobre IBS/CBS</a> apareceu primeiro em <a href="https://icarocontabilidade.com.br">Icaro Contabilidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="150" height="150" src="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="Calendário da opção pelo Simples Nacional em setembro de 2026 e escolha do IBS e da CBS para 2027" decoding="async" srcset="https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-150x150.png 150w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-300x300.png 300w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-1024x1024.png 1024w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026-768x768.png 768w, https://icarocontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2026/07/post-simples-nacional-setembro-2026.png 1254w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><p><em>Conteúdo atualizado em 3 de setembro de 2026, após a abertura oficial do prazo pela Receita Federal.</em></p>
<p><strong>O prazo está aberto: empresas que pretendem ingressar ou reingressar no Simples Nacional em 2027 devem fazer a solicitação entre 1º e 30 de setembro de 2026.</strong> No mesmo período, as empresas optantes também podem decidir se o IBS e a CBS serão recolhidos dentro do DAS ou pelo regime regular, fora do Simples Nacional.</p>
<p>São duas decisões diferentes e com efeitos importantes sobre tributação, créditos, formação de preços e obrigações fiscais. Neste artigo, explicamos o que já está definido oficialmente e quais pontos precisam de análise individual antes da escolha.</p>
<div style="border-left: 5px solid #1A9EDA; background: #F2F9FC; padding: 18px 20px; margin: 24px 0;">
<p style="margin: 0 0 8px;"><strong>Prazo confirmado oficialmente</strong></p>
<p style="margin: 0;">Em 1º de setembro de 2026, a <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/receita-federal-alerta-comeca-hoje-o-prazo-para-opcao-pelo-simples-nacional-e-para-a-escolha-do-modelo-de-recolhimento-do-ibs-e-da-cbs-em-2027/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal confirmou a abertura do prazo</a>. O calendário excepcional foi regulamentado pela <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-cgsn-n-186-de-9-de-abril-de-2026-700230741" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução CGSN nº 186/2026</a>.</p>
</div>
<nav aria-label="Índice do artigo" style="background: #f7f7f7; padding: 20px; margin: 25px 0;">
<p><strong>Neste artigo:</strong></p>
<ul>
<li><a href="#o-que-muda">O que muda para o Simples Nacional em 2027</a></li>
<li><a href="#quem-precisa">Quem precisa fazer a opção em setembro</a></li>
<li><a href="#ibs-cbs">IBS e CBS dentro ou fora do DAS</a></li>
<li><a href="#como-decidir">Como avaliar a melhor alternativa</a></li>
<li><a href="#calendario">Calendário prático</a></li>
<li><a href="#faq">Perguntas frequentes</a></li>
</ul>
</nav>
<h2 id="o-que-muda">O que muda para o Simples Nacional em 2027?</h2>
<p>Para o ano-calendário de 2027, a solicitação de opção pelo Simples Nacional para empresas já constituídas será realizada de <strong>1º a 30 de setembro de 2026</strong>, por meio do Portal do Simples Nacional. Quando deferida, produzirá efeitos a partir de <strong>1º de janeiro de 2027</strong>.</p>
<p>Isso antecipa uma decisão que, anteriormente, era normalmente tomada em janeiro do próprio ano de ingresso. A mudança busca permitir que as empresas comecem 2027 com o enquadramento tributário definido.</p>
<p>A regulamentação também criou uma segunda decisão para os optantes: escolher se o <strong>Imposto sobre Bens e Serviços (IBS)</strong> e a <strong>Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)</strong> serão:</p>
<ul>
<li>recolhidos dentro do Simples Nacional, por meio do DAS; ou</li>
<li>apurados e recolhidos separadamente, pelo regime regular do IBS e da CBS.</li>
</ul>
<p>A escolha realizada em setembro de 2026 terá efeitos, quanto ao regime regular do IBS e da CBS, de <strong>janeiro a junho de 2027</strong>.</p>
<h2 id="quem-precisa">Quem precisa fazer a opção pelo Simples Nacional em setembro de 2026?</h2>
<h3>Empresas que desejam ingressar ou reingressar no regime</h3>
<p>A janela de setembro é especialmente importante para empresas já constituídas que:</p>
<ul>
<li>não estão no Simples Nacional e pretendem ingressar no regime em 2027;</li>
<li>tenham sido excluídas e pretendam solicitar o reingresso;</li>
<li>constem como excluídas com efeitos a partir de janeiro de 2027;</li>
<li>precisem regularizar pendências que possam impedir o enquadramento.</li>
</ul>
<p>Segundo o Comitê Gestor do Simples Nacional, caso a solicitação seja indeferida por pendências impeditivas, haverá prazo de 30 dias, contado da ciência do indeferimento, para a regularização, observadas as condições aplicáveis ao caso.</p>
<h3>Quem já está regularmente no Simples precisa solicitar novamente?</h3>
<p><strong>Em regra, não.</strong> A permanência da empresa que já está regularmente enquadrada no Simples Nacional é automática, desde que não exista situação que provoque sua exclusão.</p>
<p>Mesmo assim, é recomendável consultar a situação da empresa no Portal do Simples Nacional em setembro de 2026, principalmente se houver débitos, notificações ou termo de exclusão.</p>
<div style="border-left: 5px solid #DEAB3B; background: #FFF9E8; padding: 18px 20px; margin: 24px 0;">
<p style="margin: 0 0 8px;"><strong>Atenção</strong></p>
<p style="margin: 0;">Quem já está no Simples e pretende continuar dentro do regime não deve confundir a permanência automática com a decisão sobre IBS e CBS. A opção pelo regime regular desses dois tributos é uma escolha separada.</p>
</div>
<h3>E as empresas abertas no final de 2026?</h3>
<p>Para empresas cuja inscrição no CNPJ seja solicitada entre <strong>1º de outubro e 31 de dezembro de 2026</strong>, a opção será feita no momento da inscrição.</p>
<p>Nessa situação, a opção pelo Simples Nacional poderá valer para o período restante de 2026 e para todo o ano de 2027. A eventual escolha pelo regime regular do IBS e da CBS produzirá efeitos a partir de janeiro de 2027.</p>
<h3>A regra de setembro vale para o MEI?</h3>
<p><strong>Não.</strong> A regra excepcional de setembro não se aplica ao enquadramento no SIMEI. Para o Microempreendedor Individual, a opção pelo SIMEI permanece no mês de janeiro, conforme as regras próprias do regime.</p>
<h2 id="ibs-cbs">IBS e CBS: qual é a diferença entre recolher dentro ou fora do Simples?</h2>
<p>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214compilado.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Complementar nº 214/2025</a> permite que uma empresa continue optante pelo Simples Nacional para os demais tributos e, ao mesmo tempo, apure IBS e CBS pelo regime regular.</p>
<p>Portanto, escolher o regime regular para IBS e CBS <strong>não significa, por si só, sair do Simples Nacional</strong>.</p>
<div class="wp-block-table">
<table>
<thead>
<tr>
<th>Aspecto</th>
<th>IBS/CBS dentro do Simples</th>
<th>IBS/CBS no regime regular</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Recolhimento</td>
<td>Dentro do DAS</td>
<td>Fora do DAS, em apuração própria</td>
</tr>
<tr>
<td>Demais tributos do Simples</td>
<td>Permanecem no regime unificado</td>
<td>Permanecem no Simples; somente IBS e CBS ficam fora</td>
</tr>
<tr>
<td>Créditos da própria empresa</td>
<td>O optante não se apropria de créditos de IBS/CBS relativos às suas aquisições</td>
<td>Poderá apropriar créditos quando atendidos os requisitos legais do regime regular</td>
</tr>
<tr>
<td>Crédito para cliente no regime regular</td>
<td>Limitado ao valor de IBS/CBS devido por meio do Simples na operação</td>
<td>Segue as regras do regime regular e os valores efetivamente incidentes, observados os requisitos legais</td>
</tr>
<tr>
<td>Complexidade operacional</td>
<td>Tende a preservar maior simplificação no recolhimento</td>
<td>Exige preparação para apuração, documentos, controles e regras do regime regular</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h3>O que acontece se a empresa não escolher o regime regular em setembro?</h3>
<p>Se a empresa já for optante pelo Simples e não formalizar a opção pelo regime regular do IBS e da CBS em setembro de 2026, os dois tributos permanecerão dentro do DAS durante o primeiro semestre de 2027.</p>
<p>O Portal do Simples Nacional informa que haverá uma nova oportunidade em março de 2027 para a opção produzir efeitos no segundo semestre daquele ano. Os procedimentos deverão ser confirmados no Portal quando a nova janela for disponibilizada.</p>
<h2 id="como-decidir">Como decidir entre IBS/CBS dentro ou fora do DAS?</h2>
<div style="border-left: 5px solid #245a8d; background: #f1f6fb; padding: 18px 20px; margin: 24px 0;">
<p style="margin: 0 0 8px;"><strong>Orientação geral</strong></p>
<p style="margin: 0;">Não existe uma alternativa universalmente melhor. A opção adequada depende dos números, das operações e do perfil dos clientes e fornecedores de cada empresa. A escolha deve ser precedida de simulação tributária individual.</p>
</div>
<p>A análise deve considerar, pelo menos, os seguintes pontos:</p>
<h3>1. Perfil dos clientes</h3>
<p>Empresas que vendem principalmente para consumidores finais podem ter uma situação diferente daquelas que atendem outras empresas sujeitas ao regime regular. No mercado entre empresas, a possibilidade e o valor dos créditos do comprador podem influenciar preços e negociações comerciais.</p>
<h3>2. Volume de compras e despesas com direito a crédito</h3>
<p>É necessário mapear insumos, mercadorias, serviços e demais aquisições que possam gerar créditos, sempre observando os requisitos e as restrições da legislação.</p>
<h3>3. Margem e formação de preços</h3>
<p>A comparação não deve olhar apenas para a alíquota nominal. É preciso calcular o efeito sobre o preço de venda, os créditos das entradas, a margem, o fluxo de caixa e a competitividade.</p>
<h3>4. Atividade e tratamento tributário</h3>
<p>Alíquotas reduzidas, regimes diferenciados, regimes específicos e particularidades do setor podem mudar o resultado. Comércio, serviços e atividades especializadas não devem ser comparados com uma única fórmula.</p>
<h3>5. Capacidade operacional</h3>
<p>O regime regular pode exigir adaptações no sistema de emissão fiscal, cadastros de produtos e serviços, escrituração, conciliações e controles internos. O custo dessa adaptação também precisa entrar na decisão.</p>
<h3>6. Situação fiscal da empresa</h3>
<p>Débitos, notificações e outras pendências podem impedir o ingresso ou reingresso no Simples. A conferência deve ser feita antes da janela de setembro, e não apenas no último dia.</p>
<p>Para compreender como a Icaro pode apoiar essa análise, consulte nossa área de <a href="/fiscal/">assessoria fiscal e apuração de tributos</a> e nosso atendimento especializado em <a href="/contabilidade-para-empresas-de-servicos/">contabilidade para profissionais PJ e prestadores de serviços</a>.</p>
<div style="background: #0E6793; color: #FFFFFF; padding: 26px; margin: 30px 0; border-radius: 7px;">
<h2 style="color: #ffffff; margin-top: 0;">Sua empresa já simulou os dois cenários para 2027?</h2>
<p>Antes de escolher, compare o efeito do IBS e da CBS sobre compras, vendas, créditos, preços e fluxo de caixa.</p>
<p>
    <a href="https://wa.me/5511968083000?text=Ol%C3%A1%2C%20li%20o%20artigo%20sobre%20o%20Simples%20Nacional%20e%20IBS%2FCBS%20para%202027.%20Quero%20avaliar%20qual%20op%C3%A7%C3%A3o%20%C3%A9%20mais%20adequada%20para%20a%20minha%20empresa."
       target="_blank"
       rel="noopener noreferrer"
       data-cta-location="meio-artigo"
       style="display: inline-block; background: #DEAB3B; color: #2F2F2F; font-weight: 700; text-decoration: none; padding: 13px 20px; border-radius: 4px;"><br />
      Solicitar diagnóstico pelo WhatsApp<br />
    </a>
  </p>
<p style="margin-bottom: 0;"><strong>WhatsApp comercial: (11) 96808-3000</strong></p>
</div>
<h2 id="calendario">Calendário prático do Simples Nacional e do IBS/CBS</h2>
<div class="wp-block-table">
<table>
<thead>
<tr>
<th>Período</th>
<th>Providência</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Durante setembro de 2026</td>
<td>Conferir pendências, projetar faturamento e simular IBS/CBS dentro e fora do DAS antes de formalizar a decisão</td>
</tr>
<tr>
<td>1º a 30 de setembro de 2026</td>
<td>Solicitar ingresso ou reingresso no Simples para 2027, quando necessário, e formalizar eventual opção pelo regime regular do IBS/CBS</td>
</tr>
<tr>
<td>Até 30 de novembro de 2026</td>
<td>Prazo previsto para cancelar as solicitações feitas em setembro, observadas as regras aplicáveis no Portal</td>
</tr>
<tr>
<td>1º de janeiro de 2027</td>
<td>Início dos efeitos das opções deferidas</td>
</tr>
<tr>
<td>Janeiro a junho de 2027</td>
<td>Vigência da primeira escolha sobre IBS/CBS</td>
</tr>
<tr>
<td>Março de 2027</td>
<td>Nova oportunidade anunciada para a escolha com efeitos no segundo semestre de 2027</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2>Checklist para preparar a empresa</h2>
<ul>
<li>Consultar a situação atual no Portal do Simples Nacional;</li>
<li>verificar débitos e eventuais termos de exclusão;</li>
<li>projetar faturamento, compras e despesas para 2027;</li>
<li>separar vendas para pessoas físicas e para outras empresas;</li>
<li>mapear aquisições potencialmente geradoras de créditos;</li>
<li>comparar os dois cenários de IBS e CBS;</li>
<li>avaliar impactos em preços, contratos e fluxo de caixa;</li>
<li>confirmar se o sistema fiscal estará preparado;</li>
<li>formalizar a escolha dentro do prazo oficial.</li>
</ul>
<p>Se sua empresa está em São Paulo, conheça também nossa página sobre <a href="/escritorio-de-contabilidade-em-sao-paulo/">escritório de contabilidade em São Paulo</a>.</p>
<h2 id="faq">Perguntas frequentes</h2>
<h3>Quem já está no Simples Nacional precisa fazer nova opção em setembro?</h3>
<p>Em regra, não. A permanência de quem já está regularmente no Simples é automática. A empresa deve, entretanto, verificar se existe exclusão, débito ou outra pendência e avaliar separadamente se pretende recolher IBS e CBS pelo regime regular.</p>
<h3>Qual é o prazo para optar pelo Simples Nacional para 2027?</h3>
<p>Para empresas já constituídas que precisem solicitar ingresso ou reingresso, o período será de 1º a 30 de setembro de 2026, com efeitos a partir de 1º de janeiro de 2027.</p>
<h3>Se eu optar pelo regime regular do IBS e da CBS, sairei do Simples?</h3>
<p>Não por esse motivo. A empresa pode continuar no Simples Nacional para os demais tributos e apurar apenas IBS e CBS pelo regime regular.</p>
<h3>O que acontece se eu não fizer a opção pelo regime regular em setembro?</h3>
<p>Para uma empresa que permaneça no Simples, IBS e CBS continuarão dentro do DAS no primeiro semestre de 2027. O Portal oficial anunciou nova oportunidade em março de 2027, com efeitos para o segundo semestre.</p>
<h3>Qual opção gera menos imposto?</h3>
<p>Não é possível responder sem simulação. O resultado depende da atividade, faturamento, despesas, créditos, perfil dos clientes, margens, preços e eventuais tratamentos diferenciados.</p>
<h3>O MEI precisa fazer essa opção em setembro?</h3>
<p>Não. A nova janela de setembro não se aplica à opção pelo SIMEI, que mantém suas regras próprias e o período de janeiro.</p>
<h3>É possível cancelar a solicitação feita em setembro?</h3>
<p>A regulamentação prevê cancelamento até o final de novembro de 2026, observadas as condições e os procedimentos que estiverem disponíveis no Portal do Simples Nacional.</p>
<h2>Fontes oficiais consultadas</h2>
<ul>
<li><a href="https://www8.receita.fazenda.gov.br/SIMPLESNACIONAL/noticias/noticiacompleta.aspx?id=C739E03C-8482-473F-8E82-F38EC3B13637" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comitê Gestor do Simples Nacional — prazos para 2027</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/noticias/2026/setembro/receita-federal-alerta-comeca-hoje-o-prazo-para-opcao-pelo-simples-nacional-e-para-a-escolha-do-modelo-de-recolhimento-do-ibs-e-da-cbs-em-2027/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — abertura oficial do prazo em setembro de 2026</a></li>
<li><a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/resolucao-cgsn-n-186-de-9-de-abril-de-2026-700230741" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Resolução CGSN nº 186/2026 — Diário Oficial da União</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp214compilado.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Complementar nº 214/2025 — texto compilado</a></li>
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/lcp/lcp123.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Lei Complementar nº 123/2006 — Simples Nacional</a></li>
<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Receita Federal — orientações da Reforma Tributária do Consumo</a></li>
</ul>
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<p style="margin: 0;"><strong>Aviso informativo:</strong> este conteúdo apresenta informações gerais verificadas em 3 de setembro de 2026 e não substitui diagnóstico contábil ou tributário individual. Normas, sistemas e procedimentos operacionais podem ser complementados. Antes de formalizar a opção, confirme as regras vigentes no Portal do Simples Nacional e analise a situação específica da empresa.</p>
</div>
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		<title>Bolsonaro sanciona redução de ICMS de combustíveis mas veta compensação aos estados</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/bolsonaro-sanciona-reducao-de-icms-de-combustiveis-mas-veta-compensacao-aos-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 23:53:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), sancionou nesta quinta-feira (23) o projeto de lei que estabelece um teto para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, com uma série de vetos ao modelo de compensação financeira aos estados devido à limitação da alíquota do imposto. Um dos vetos que mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), sancionou nesta quinta-feira (23) o projeto de lei que estabelece um teto para o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, com uma série de vetos ao modelo de compensação financeira aos estados devido à limitação da alíquota do imposto.</p>
<p>Um dos vetos que mais devem causar reação do Congresso Nacional é o do trecho que garante o repasse mínimo constitucional de recursos à educação, à saúde e ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), se comparado com a situação em vigor antes da lei.</p>
<p>O projeto aprovado pelo Congresso previa que a União compensaria os demais entes da Federação para que esses mínimos constitucionais tivessem os mesmos recursos de antes. Previa ainda que os estados, o Distrito Federal e os municípios beneficiários da compensação financeira pela União devessem manter a execução proporcional desses gastos mínimos constitucionais.</p>
<p>Esses trechos foram aprovados pelos parlamentares porque, com a redução do ICMS, os estados acreditam que perderão em arrecadação e, consequentemente, não terão todo o dinheiro para garantir o mínimo de recursos a essas três áreas.</p>
<p>Na justificativa para o veto, Bolsonaro afirma que, “em que pese o mérito da proposta, a proposição legislativa contraria o interesse público, ao permitir a criação de despesa pública de caráter continuado”. Também critica que, pelo texto do Congresso, “criaria compensações para a União e despesas para os estados e municípios que poderiam ampliar possíveis desequilíbrios financeiros”.</p>
<p>Um dos autores do projeto, Danilo Forte (União Brasil-CE), afirmou que o Congresso deve rever parte dos vetos em futura sessão conjunta da Câmara e do Senado. A próxima sessão do Congresso está prevista para 5 de julho, mas ainda não está definido se esses vetos já serão analisados.</p>
<p>A sanção parcial do presidente foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), na noite desta quinta-feira. O Planalto decidiu pelos vetos após ouvir o Ministério da Economia.</p>
<p>O projeto de lei sancionado teve articulação do governo federal com parlamentares da base aliada numa tentativa de segurar a alta da inflação, especialmente dos combustíveis, ainda mais em um ano eleitoral. No entanto, contou com trechos aprovados pelos congressistas que não agradaram totalmente o Ministério da Economia.</p>
<p>A essência do projeto sancionado é limitar a alíquota do ICMS cobrado em cima de combustíveis ao defini-los como bens essenciais e indispensáveis. Com isso, os governos estaduais não podem cobrar taxa superior à alíquota geral do ICMS sobre estes itens, que costuma ficar em 17% ou 18%. O mesmo acontece com energia, transportes coletivos, gás natural e comunicações.</p>
<p>O ICMS incide sobre a circulação de mercadorias e sobre a prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Constitui a mais importante fonte de arrecadação dos estados, que são obrigados a repassar 25% da arrecadação aos municípios.</p>
<p>Compensação aos estados</p>
<p>Entre os principais vetos está a compensação aos estados que tiverem perda de arrecadação com a medida. O texto sancionado mantém a ideia de que o governo federal arque com o excedente dos prejuízos acima de 5% na comparação com o exercício de 2022 com o de 2021 nas unidades da federação, através de abatimento de dívidas com a União.</p>
<p>Apesar disso, só devem ser compensados os estados em regime de recuperação fiscal, como o Rio de Janeiro, por exemplo. Na visão de técnicos legislativos da Câmara que trabalharam no projeto, na prática, dificilmente alguma unidade da federação receberia a compensação, pois por conta do regime, a perda de arrecadação não ficaria acima de 5%.</p>
<p>Bolsonaro ainda rejeitou os trechos que permitiam, para estados sem dívidas com a União, a compensação feita em 2023 com recursos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). Esses estados ainda teriam prioridade na contratação de empréstimos em 2022.</p>
<p>Também não passou no texto publicado no DOU o trecho com a compensação por meio de ajustes com empréstimos já feitos com outros credores, com o aval da União. Essa compensação seria válida até 31 de dezembro deste ano.</p>
<p>A Economia alega que as propostas “contrariam o interesse público” por ampliar o escopo de compensação pela União aos estados, e que esses gastos seriam de “maior complexidade e de custo financeiro sem real efetividade”. Além disso, o governo federal considera que os estados não precisam desse auxílio, pois avalia que a situação fiscal deles melhorou nos últimos dois anos, apesar da pandemia.</p>
<p>Outro trecho vetado sobre o modelo de compensação é o que afirmava que o total das perdas de arrecadação de ICMS do estado ou do Distrito Federal iria compor o saldo a ser deduzido pela União.</p>
<p>Bolsonaro ainda vetou trecho que mudava a composição dos Conselhos de Supervisão dos Regimes de Recuperação Fiscal dos Estados e do Distrito Federal, órgãos do Ministério da Economia. Ele alegou na justificativa que o texto do Congresso incorre em “vício de inconstitucionalidade”, pois trata da organização de uma unidade administrativa do Poder Executivo Federal.</p>
<p>Mais um trecho vetado foi o que suspenderia a incidência de PIS/Pasep e Cofins sobre diversos derivados do petróleo. Para o Executivo, o modo como a redução foi tratada no texto do Congresso poderia gerar dúvidas e levar a uma possível judicialização da matéria._</p>
<p>Publicada em : 24/06/2022</p>
<p>Fonte : CNN Business</p>
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		<title>Banco Central projeta alta do PIB para 1,7% em 2022</title>
		<link>https://icarocontabilidade.com.br/banco-central-projeta-alta-do-pib-para-17-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[jessica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 23:52:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Central (BC) revisou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano de 2022 e espera agora uma alta de 1,7%. A estimativa foi divulgada na última quinta-feira (23) em uma apresentação preliminar do relatório trimestral de inflação, que teve a divulgação adiada para o dia 30 devido à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central (BC) revisou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para o ano de 2022 e espera agora uma alta de 1,7%.</p>
<p>A estimativa foi divulgada na última quinta-feira (23) em uma apresentação preliminar do relatório trimestral de inflação, que teve a divulgação adiada para o dia 30 devido à greve dos servidores do BC.</p>
<p>De acordo com o diretor de Política Econômica, Diogo Guillén, o consumo das famílias foi o principal fator que fez com que o BC fizesse a revisão para cima do PIB, seguido em menor grau pelo impacto de exportações.</p>
<p>Além disso, Guillen também comenta que a revisão está sobretudo relacionada ao resultado positivo observado no primeiro trimestre de 2022 e dos dados preliminares do segundo trimestre do que a uma mudança prospectiva de crescimento.</p>
<p>&#8220;Grande parte do aperto monetário ainda vai se fazer presente tanto na inflação quanto no crescimento, a gente espera uma desaceleração da atividade nos próximos trimestres&#8221;, observou.</p>
<p>Inflação<br />
Quanto à inflação, conforme divulgado no comunicado da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), as estimativas do BC para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) são de 8,8% e 4% para 2022 e 2023, respectivamente.</p>
<p>No acumulado de 12 meses até o mês de agosto, a autoridade monetária prevê que o IPCA fique em 11,31%.</p>
<p>Nas projeções de curto prazo, considera altas de 0,81% em junho, de 0,84% em julho e de 0,33% em agosto. No trimestre, estima crescimento de 1,99%.</p>
<p>O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que em 9 de junho, o IPCA atingiu 11,73% no acumulado de 12 meses até maio.</p>
<p>O cenário do BC contempla um abatimento gradual da inflação, mas ainda com pressão de preços de bens industriais e serviços. </p>
<p>Também há projeção de inflação de alimentos nos próximos meses com ajuda da sazonalidade favorável.</p>
<p>Os cálculos do BC ainda não incorporam o impacto das medidas tributárias sobre preços de energia elétrica, combustíveis e telecomunicações que estão em tramitação.</p>
<p>O presidente do BC, Roberto Campos Neto, foi questionado sobre os esforços do governo para reduzir os preços dos combustíveis, seja por meio de diminuição de impostos ou pelo auxílio a caminhoneiros.</p>
<p>Como resposta, o presidente afirma que a autoridade monetária não comenta sobre medidas fiscais.</p>
<p>&#8220;O Banco Central não faz política fiscal, não faz previsão de política fiscal nem comenta sobre especulações ou medidas que ainda não foram concluídas&#8221;, disse Campos Neto.</p>
<p>O presidente da autarquia continuou dizendo que é importante esperar que as medidas sejam finalizadas para assim fazer uma interpretação do que essa medida significa no fiscal, o que pode significar no prêmio de risco e, diante do cenário, qual o campo de atuação e ajuste necessário para fazer face à nova realidade.</p>
<p>No relatório do Copom, divulgado na última terça-feira (21), o BC apresentou sua estratégia para levar a inflação para “o redor” da meta em 2023.</p>
<p>O valor fixado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para o próximo ano é de 3,25% &#8211; com 1,5 ponto percentual de tolerância para cima e para baixo.</p>
<p>Conforme Campos Neto, o elevado grau de incerteza do cenário atual levou o Copom a mudar sua comunicação.</p>
<p>O presidente do BC também ressaltou que a autoridade monetária persegue uma inflação abaixo da estimativa de 4% para o próximo ano, sem especificar o valor exato.</p>
<p>&#8220;Ao redor é menos que 4%. A gente fala de uma taxa mais alta por um horizonte maior na mesma estratégia do ‘ao redor’ da meta. Entendemos que isso é o suficiente para atingir convergência&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ele também acrescenta que o grau de incerteza e o volume de choques são grandes, e ainda contaram com medidas de curto prazo que geram mais hesitação, pois entenderam que era a forma mais transparente de fazer o comunicado.</p>
<p>Campos Neto expõe que o BC continua focado integralmente na meta de inflação do ano que vem e que 2024 ainda não está no horizonte relevante da política monetária, o que ocorrerá a partir do próximo encontro do Copom, no mês de agosto.</p>
<p>Uma parte do mercado havia interpretado a antecipação do dado de 2024 com uma sinalização de que a autoridade monetária faria uma convergência mais gradual para a meta de inflação.</p>
<p>Projeções<br />
Segundo Campos Neto, o colegiado do BC antecipou a divulgação das projeções para a inflação de 2024 (2,7%) por transparência.</p>
<p>&#8220;A gente entende que tem uma incerteza muito acima da usual, são muitos choques que se propagaram na mesma direção. Foi muito mais um tema de transparência e comunicação de estratégia do que de pensar em mudar a forma de atuação&#8221;, disse.</p>
<p>Na apresentação prévia do relatório de inflação, o diretor de Política Econômica afirmou ainda que o Copom revisou a taxa de juros real neutra, subindo de 3,5% para 4%.</p>
<p>Isso significa que, neste patamar, a taxa não estimula nem desestimula a atividade econômica.</p>
<p>&#8220;O impacto da subida da taxa de juros neutra é modesto no curto prazo e aumenta ao longo do tempo. É a taxa neutra de juros que o BC usa nos seus modelos de projeção de inflação&#8221;, observou Guillen.</p>
<p>Além do PIB, a autarquia também revisou para cima a projeção de crescimento do saldo de crédito do sistema financeiro, passando de 8,9% para 11,9%.</p>
<p>O dado, de acordo com o BC, reflete inflação mais alta, atividade econômica mais forte, mudanças no consignado e incorporação de novas concessões no âmbito de Pronampe e Peac._</p>
<p>Publicada em : 24/06/2022</p>
<p>Fonte : Com informações da Folha de S. Paulo</p>
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